COTAÇÃO DE 27/05/2022

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$4,7380

VENDA: R$4,7380

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$4,8300

VENDA: R$4,9460

EURO

COMPRA: R$5,0781

VENDA: R$5,0797

OURO NY

U$1.853,86

OURO BM&F (g)

R$284,80 (g)

BOVESPA

+0,05

POUPANÇA

0,6462%

OFERECIMENTO

Economia Economia-destaque livre

Governo avalia royalties como colchão para preço de combustível

COMPARTILHE

Crédito: REUTERS/Paulo Whitaker

Rio de Janeiro/Brasília – O governo federal estuda utilizar recursos dos royalties e participações especiais do petróleo para compensar eventuais impactos de altas da commodity nos preços dos derivados no mercado doméstico, uma proposta que tem apoio da associação que representa os importadores de combustíveis no País.

Após a escalada recente de tensões no Oriente Médio, que deixou o mercado global apreensivo e impulsionou preços do petróleo, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, tem dado diversas entrevistas sobre o tema, uma vez que o governo busca manter a independência da Petrobras e evitar que consumidores sejam atingidos por altas abruptas dos combustíveis.

PUBLICIDADE




A criação de um mecanismo de compensação, segundo Albuquerque, havia sido solicitada em outubro pelo presidente Jair Bolsonaro e uma proposta mais completa sobre o tema deverá estar pronta dentro de dois meses.

“Estamos tratando de royalties, participação especial, aquilo que, hoje, nós, como exportadores de petróleo, podemos analisar como uma das possibilidades para que nós tenhamos reservas que possam compensar eventuais altas inesperadas do preço do petróleo”, disse Albuquerque, a jornalistas, ao sair de uma reunião em Brasília.

Não ficou claro se a medida em estudo poderia significar uma renúncia de parte dos recursos de royalties e participações especiais do petróleo pelo governo, assim como se esses recursos dos royalties poderiam ser usados para eventualmente permitir uma redução de algum tributo incidente sobre os combustíveis.

O ministro não entrou em detalhes sobre como a compensação seria realizada, mas frisou que o governo quer estar preparado para eventuais crises no setor.

PUBLICIDADE




“Nós estamos nos preparando para o futuro, para que Estado brasileiro não sofra consequência por crises internacionais, para que nós tenhamos mecanismos para nos contrapor a isso. Essa é a ideia”, completou.

Ele disse ainda que o governo ainda não analisou se a proposta poderá demandar a criação de projeto de lei a ser avaliado pelo Congresso.

“Ainda não chegamos nesse ponto, se necessita de alguma tramitação ou não. Esperamos que, no próximo mês, tenhamos informações para passar a vocês”, disse a jornalistas.

(Reuters)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!