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Economia

Índice de confiança fica estável em setembro, aponta CNI

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Crédito: Divulgação

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) manteve-se inalterado na passagem de agosto para setembro de 2019, em 59,4 pontos. Essa estabilidade interrompe uma sequência de três meses consecutivos de alta, segundo pesquisa divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os números mostram que, com a estabilidade, a confiança do empresário brasileiro segue elevada: o Icei segue 4,8 pontos acima de sua média histórica e 6,6 pontos acima do registrado em setembro de 2018.

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Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão acima dos 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes.

“A confiança se mantém elevada por uma combinação de perspectivas futuras otimistas, entre elas a de aprovação da reforma da Previdência e a de avanços na discussão da reforma tributária, e em função de uma percepção de melhora na atividade corrente das próprias empresas”, afirma o economista da CNI, Marcelo Azevedo.

Variações – A estabilidade do Icei em setembro se deve à variação em sentidos opostos de seus dois componentes. Um deles, o Índice de Condições Atuais cresceu 0,8 ponto na comparação com agosto e alcançou 51,9 pontos em setembro. É a segunda variação positiva consecutiva do índice, que havia subido 4,1 pontos no mês anterior.

O segundo, o Índice de Expectativas, registrou leve queda em setembro, de 0,4 ponto. A redução interrompe uma sequência de três meses de alta e deve-se, exclusivamente, ao que se espera da economia brasileira, uma vez que as expectativas relativas à própria empresa se mantiveram estáveis no mês.

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“A elevação nesse índice aponta que o empresário vem percebendo melhora nas condições correntes dos negócios. Eles têm uma percepção não apenas que a situação de suas empresas melhorou, mas também da economia brasileira como um todo”, afirma Azevedo. “A queda no Índice de Expectativas, por sua vez, foi modesta, e não muda o fato que os empresários mostram grande otimismo para os próximos meses”, ressalta.

Porte – Os empresários de empresas de médio porte registram melhora de sua confiança em setembro. Para eles, o índice aumentou 0,7 ponto e chegou a 60,2 pontos. O de empresas de pequeno porte registrou queda de 0,2 ponto, para 58,6 pontos. Para os empresários de empresas de grande porte, o indicador também caiu: redução de 0,3 ponto, para 59,4 pontos.

No que diz respeito ao segmento industrial, as variações foram pouco significativas. Enquanto a confiança da indústria de transformação manteve-se estável, as extrativa e da construção registraram variação positiva inferior a 0,5 ponto.

Diferenças regionais – A região Centro-Oeste, que havia sido a única a mostrar queda do ICEI em agosto, registrou o maior aumento da confiança em setembro, de 1,3 ponto. As regiões Norte e Sudeste também registraram crescimento da confiança em setembro, de 0,7 e 0,2 ponto, respectivamente. A confiança da região Sul não se alterou, enquanto na região Nordeste a confiança caiu 0,8 ponto. Todos os índices seguem elevados, bem acima dos 50 pontos e dos valores registrados em setembro de 2018. (Agência CNI)

Consumo de gás do setor recua 4,8% no País

Rio – O consumo industrial de gás natural no Brasil em julho caiu 4,8% ante o mesmo mês do ano passado, para 27,865 milhões de metros cúbicos por dia, com a desaceleração da economia do País, afirmou nesta quinta-feira a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás).

Na comparação com junho, houve um leve avanço de 0,37%, apontou levantamento mensal da associação.

Já o consumo total de gás natural do país caiu 10,91% em julho, na comparação com um ano antes, para 65,4 milhões de metros cúbicos por dia.

A “desaceleração da economia e da indústria começam a refletir no setor”, afirmou a Abegás em nota enviada à imprensa.

Em relação a junho, no entanto, houve uma alta de 18,10% no consumo total, puxada principalmente pela demanda termelétrica, segundo maior segmento consumidor de gás do país, atrás do industrial.

“Os números do consumo total de gás natural são impactados pelo despacho termelétrico definido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), reflexo direto de questões hidrológicas”, disse em nota o presidente executivo da Abegás, Augusto Salomon.

“Mas a queda em relação aos números do ano passado também sinaliza uma desaceleração da atividade econômica e industrial.”

O consumo termelétrico caiu 17,89% em julho ante o mesmo mês de 2018 e subiu 62,11% na comparação com junho, para 25,453 milhões de metros cúbicos por dia. (Reuters)

 

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