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Economia
Crédito: Alisson J. Silva

O aumento da taxa de água e esgoto (8,13%), da energia elétrica residencial (4,11%) e do aluguel residencial (0,72%) foram os principais responsáveis pela alta de 0,13% do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em agosto na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (6).

O número representa o quarto maior resultado mensal em relação às 16 áreas avaliadas. A RMBH ficou atrás apenas de São Paulo (0,33%), Fortaleza (0,33%) e Curitiba (0,18%).
A variação mensal no País foi de 0,11%, menor do que a que foi registrada em julho, de 0,19%. No Brasil, a taxa acumulada no ano é de 2,54%. Já nos últimos 12 meses, é de 3,43%.

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Conforme ressalta Venâncio da Mata, coordenador da pesquisa do IPCA em Minas Gerais, ao avaliar a variação acumulada do ano na RMBH, de 2,67%, o aumento registrado em agosto não causou um impacto muito grande.

Trata-se, ainda, do menor índice de 2019, sendo que a maior alta do IPCA ocorreu em janeiro (0,70%).

Baixas – Alguns itens contribuíram para frear o incremento do índice no último mês. Quando se trata do grupo de transportes, por exemplo, as passagens aéreas registraram queda de 14% e a gasolina de 0,60%, impactando o índice geral em -0,04p.p. e -0,03p.p., respectivamente.

Mata destaca, porém, que “a maior queda foi no grupo de alimentação e bebida”.
O tomate, por exemplo, apresentou diminuição de preço de 31,88%, com impacto de -0,08p.p., seguido pela cenoura (-24,10%), repolho (-11,85%), morango (-10,13%), batata-inglesa (-7,63%), alface (-6,33%), brócolis (-5,55%), couve (-5,08%) e feijão carioca (-4,93%).

Por sua vez, alguns itens alimentícios, ao contrário dos citados anteriormente, apresentaram aumento em vez de queda. Os maiores entre eles foram a cebola (13,31%), a abóbora (6,71%), a salsicha (5,28%), o quiabo (4,49%), a carne de porco salgada e defumada (2,53%), a maçã (2,30%) e, por fim, o macarrão (2,07%).

Capital – Conforme publicado recentemente, o custo de vida em Belo Horizonte subiu 0,22% em agosto, na comparação com o mês de julho, impulsionado principalmente pelas altas de 1,13% para produtos administrados e de 3,21% no grupo de saúde e cuidados pessoais. O item plano de saúde individual foi o que mais contribuiu, com elevação de 7,35% no mês. No ano, a inflação acumulada é de 3,44% e, nos últimos 12 meses, chegou a 4,24%, próximo ao centro da meta de 4,25% definida pelo Conselho Monetário Nacional para o ano de 2019.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e o Índice de Preços ao Consumidor Restrito (IPCR) foram divulgados ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais (Ipead/UFMG).

IPCA tem alta de 0,11% no Brasil, aponta IBGE

Rio – Agosto registrou inflação de 0,11%, divulgou na sexta-feira (6) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em sua pesquisa de IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

O resultado é 0,08 ponto percentual abaixo da taxa do mês passado. Em julho, o registro havia sido de 0,19%. A variação acumulada no ano de 2019 chegou a 2,54%, enquanto os últimos 12 meses registraram 3,43%. Em agosto de 2018, a taxa foi de 0,09%.
A desaceleração foi influenciada pela deflação nos grupos Alimentação e Bebidas (-0,35%) e Transportes (-0,39%).

A diminuição dos preços nas passagens aéreas contribuíram para os números negativos no item Transporte.

“Após os reajustes nos meses de férias, as passagens ficaram com uma base mais alta, e agora voltam para uma base mais baixa”, disse o gerente da pesquisa do IBGE, Pedro Kislanov.

A queda nas passagens aéreas foi de 15,66% em agosto, depois de altas de 18,90% e 18,63% em junho e julho, respectivamente.

Ele também explicou que alguns dos principais alimentos tiveram significativas reduções nos preços, como o tomate (-24,49%), a batata inglesa (-9,11%), e as verduras e hortaliças (-6,53%), o que justifica a deflação no item Alimentação e Bebidas.

Assim como no mês passado, o maior impacto foi no grupo habitação (1,19%), por conta da alta de 3,85% na energia elétrica. O registro contribuiu com 0,15 pontos percentuais no índice de agosto, que passou a vigorar com a bandeira vermelha patamar 1.

De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), essa cobrança significa um adicional de R$ 4 para cada 100 quilowatts-hora consumidos.

A alta na energia elétrica trouxe reflexos principalmente em Fortaleza e São Paulo. A cidade cearense teve um aumento de 9,01%, enquanto a capital paulista computou 5,06%.

Os registros representaram variações de 0,33% em ambas no IPCA de agosto, os maiores do país entre os índices regionais.

Em julho, a bandeira tarifária foi amarela, que representa R$ 1,50 a cada 100 quilowatts-hora. A bandeira tarifária verde, em junho, é sem custos para os consumidores.

Outro item que subiu em habitação foi o gás encanado (0,46%), consequência do reajuste de 0,99% nas tarifas do Rio de Janeiro (0,93%) desde o dia 1 de agosto.

O botijão de gás teve queda de 0,93% graças ao anúncio da Petrobras de reduzir 8,15% o preço do botijão de 13 kg nas refinarias desde 5 de agosto.

“De julho para agosto, houve deflação em três dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados”, informou o IBGE nesta sexta.

Sete das 16 zonas captadas pelo IBGE para cálculo da inflação registraram deflação: Vitória (-0,50%), Aracaju (-0,47%), São Luís (-0,31%), Campo Grande (-0,21%), Belém (-0,20%), Rio de Janeiro (-0,06%) e Porto Alegre (-0,04%).

“Nessa época do ano é comum a inflação ser mais baixa, porque os aumentos dos preços monitorados, como, por exemplo, ônibus urbanos, costumam se concentrar no início do ano”, afirmou Pedro Kislanov, gerente da pesquisa.

O IBGE calcula o IPCA desde 1980 entre famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange dez regiões metropolitanas do Brasil, mais as cidades de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília. O índice de agosto foi calculado entre 30 de julho e 27 de agosto de 2019. (Folhapress)

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