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Intenção de consumo das famílias apresenta leve alta em BH

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Crédito: Alisson J. Silva

Os consumidores de Belo Horizonte estão mais predispostos a comprar em outubro. É o que aponta o índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF), divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), que alcançou 86,7 pontos no mês.

O resultado positivo também supera em 5,3 pontos percentuais (p.p.) o apurado no mesmo período de 2018, época em que o índice atingiu 81,4. Essa é a melhor pontuação para o mês desde 2017, quando estava em 73,3.

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Apesar do aumento de 1,8 p.p em relação ao mês setembro (84,9), o indicador permanece no nível de insatisfação, abaixo dos 100 pontos.

“Percebemos uma ligeira melhora na confiança do consumidor, mas ainda existem indicadores como a alta taxa de desemprego, a restrição parcial ao crédito e o elevado endividamento das famílias, que impactam nos resultados do ICF e fazem com que o índice continue abaixo da fronteira de satisfação,” explica o economista-chefe da Fecomércio-MG, Bárbara Guimarães.

A pesquisa aponta ainda uma pequena retração em quatro itens que integram o ICF: renda atual (103,7 para 103,3 pontos), acesso ao crédito (87,7 para 87,6 pontos), nível de consumo (66,8 para 66,7 pontos) e perspectiva de consumo (84,6 para 84,0 pontos). Já o indicador momento para duráveis registrou um crescimento de 1,1 p.p em relação ao mês anterior, atingindo o valor de 48,8.

Mesmo assim, 70,8% dos entrevistados avaliam que este é um mau momento para a compra de bens duráveis.

“O consumidor ainda está receoso, mas as famílias apresentam hoje uma situação mais favorável do que a registrada nos últimos dois anos. Essa resposta é um fator positivo e demonstra a confiança de quem consome em adquirir bens, principalmente com a chegada do fim do ano, quando há incremento do 13° salário e de outras bonificações na economia” destaca Bárbara Guimarães.

Entre os itens que apresentaram crescimento, de acordo com a pesquisa, está o subindicador de emprego atual, que marcou 117,3 pontos, o que corresponde a 4,9 p.p. a mais em relação ao registrado no mês de setembro (112,4). Já o item perspectiva profissional cresceu de 91,8 para 99,3 pontos em outubro.

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