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Na comparação mensal, os setores que mais criaram postos foram comércio, serviços e construção civil - Crédito: Amanda Perobelli / Reuters

Minas Gerais encerrou outubro com mais um saldo positivo na geração de empregos formais. Pelo décimo mês consecutivo, o Estado registrou superávit na criação de vagas, chegando a 12.282, fruto de 158.035 contratações e 145.753 desligamentos. Na mesma época de 2018, Minas havia registrado saldo de 2.835 postos de trabalho. O resultado foi o melhor para o mês no Estado desde 2010, quando a geração havia sido de 14.516 unidades.

De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, Minas Gerais apresentou o melhor saldo do País, respondendo por 17,2% da totalidade dos 70,2 mil postos gerados.

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Assim, Minas já acumula saldo positivo de 124.180 empregos em 2019. Ao todo, foram 1,595 milhão de admissões contra 1,471 milhão de demissões. Nos dez primeiros meses de 2018, o resultado também havia sido positivo, mas em 118.213 empregos formais. Já quando considerado os últimos 12 meses, o superávit chegou a 84.522 neste exercício e, na mesma época do ano passado, ficou positivo em 77.332.

Segundo o levantamento, na análise mensal, os setores que mais contribuíram para o desempenho em Minas Gerais foram, pela ordem, comércio, serviços e construção civil. Na outra ponta, a agropecuária fechou o maior número de vagas em outubro.

Somente o comércio gerou superávit de 6.153, proveniente da criação de 39.934 vagas e extinção de outras 33.781. Em outubro do ano passado, o saldo do setor tinha ficado positivo em 4.043 vagas.

Logo em seguida, a atividade de serviços apresentou saldo de 5.697 postos. Ao todo, foram registradas 59.625 admissões e 53.928 demissões. Em igual mês de 2018, o setor tinha registrado a criação de 2.557 vagas.

Já a construção civil, cujo superávit mensal foi de 2.297, contratou 20.613 pessoas no mês passado, mas desligou outras 17.616. No décimo mês do ano anterior, o saldo do setor foi bem próximo: 2.237.

Ainda considerando o mês de outubro, destaca-se o déficit de 4.640 empregos formais no Estado pela agropecuária, em função do término da colheita de café pelas cooperativas mineiras. O setor criou 11.807 oportunidades, mas extinguiu outras 16.447. O saldo negativo só não foi pior que o registrado em igual período do exercício anterior (-7.732).

Acumulado – Quando considerado o acumulado de janeiro a outubro de 2019, os destaques positivos ficaram por conta das atividades de serviços, construção civil e indústria da transformação. Já o comércio apresentou desempenho negativo no acumulado do ano.

Ao todo, os serviços geraram 60.934 vagas formais, por meio da contratação de 598.453 pessoas e desligamento de 537.519 profissionais. Nos dez primeiros meses do ano passado, o saldo da atividade foi positivo em 55.751 vagas.

Já a construção civil registrou superávit de 29.911, com 201.057 admissões e 171.146 desligamentos. Em outubro de 2018, o saldo do setor foi de 28.393 postos de trabalho.

A indústria da transformação, por sua vez, apresentou a criação de 23.880 empregos no acumulado de janeiro a outubro deste ano. O número resultou da contratação de 251.834 funcionários e dispensa de outros 227.954. Em outubro de 2018, o saldo da indústria chegou a 20.624.

Da mesma forma, nos últimos 12 meses, o setor de serviços teve superávit de 48.723, a construção civil, de 17.680, e a indústria de transformação, de 9.958. Neste período, a agropecuária apresentou déficit de 3.436 vagas.

Brasil tem geração abaixo da esperada pelo mercado

Brasília – O Brasil registrou criação líquida de 70.852 vagas formais de emprego em outubro, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado ontem pelo Ministério da Economia, em um dado abaixo do esperado, mas que marcou o sétimo mês seguido no azul.

Analistas consultados em pesquisa Reuters projetavam abertura de 75 mil postos.

Embora a performance tenha superado a observada no mesmo mês do ano passado, quando foram abertos 57.733 postos, ela perdeu de outubro de 2017, quando o saldo ficou positivo em 76.599 empregos.

Dos oito setores pesquisados pelo Caged, cinco ficaram no positivo no mês, com destaque para o comércio, que respondeu por 43.972 novas vagas. Aparecem, em seguida, os setores de serviços (+19.123 postos), indústria de transformação (+8.946 postos) e construção civil (+7.294 postos).

Por outro lado, fecharam vagas os setores da agropecuária (-7.819), serviços industriais de utilidade pública (-581) e administração pública (-427).

No acumulado dos dez primeiros meses do ano, foram criados 841.589 postos na série com ajustes, melhor resultado para o período desde 2014 (+912.287).

No terceiro trimestre – último dado disponível divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) -, a taxa de desemprego brasileira caiu a 11,8%, com aumento no número de pessoas ocupadas, porém em um mercado de trabalho marcado por novo recorde da informalidade. No segundo trimestre, a taxa havia fechado em 12,0%.

O número de desempregados no País recuou a 12,515 milhões, mas a qualidade do emprego ainda é ruim, uma vez que a taxa de informalidade ficou em 41,4% dos ocupados, maior nível desde o início da pesquisa, em 2015, de acordo com o IBGE. (Reuters)

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