DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,2090

VENDA: R$5,2100

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,1800

VENDA: R$5,3600

EURO

COMPRA: R$6,0756

VENDA: R$6,0768

OURO NY

U$1.813,62

OURO BM&F (g)

R$300,00 (g)

BOVESPA

-3,08

POUPANÇA

0,2446%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia

PBH tenta aprovar auxílio emergencial antes do fim das cestas básicas

COMPARTILHE

Auxílio - CMBH - PBH
Crédito: Abraão Bruck/CMBH

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) investirá mais de R$ 160 milhões no auxílio emergencial que beneficiará mais de 300 mil pessoas em Belo Horizonte. O aporte vem dos Recursos Ordinários do Tesouro Municipal (ROT).

O Projeto de Lei entregue na última quinta-feira (15), na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), segue em caráter de urgência. Esta semana, líderes do governo na Casa irão solicitar uma reunião extraordinária com as comissões e no plenário para que a votação aconteça o mais rápido possível.

PUBLICIDADE

“Vamos solicitar essas reuniões com os parlamentares para agilizar o processo de votação para que assim o benefício esteja na mão da população o quanto antes”, reforça o líder do governo na Câmara, o vereador Lêo Burguês (PSL).

O vereador Braulio Lara (Novo) espera abrir a discussão a respeito do Projeto de Lei. “As discussões não foram abertas a respeito do assunto e precisamos analisar para que o projeto seja encaminhado primeiro para a Comissão de Legislação e Justiça”, avalia.

Caso o PL não tenha nenhuma emenda parlamentar, o texto prevê o benefício em duas modalidades: a primeira contemplará as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 30 de junho e que tenham renda per capita familiar de até meio salário mínimo. Ao todo serão seis parcelas de R$ 100, com distribuição total de R$ 600.

“Além deles, temos 18 grupos que encaixam nesse critério de beneficiários, como trabalhadores informais, camelôs, catadores de materiais recicláveis, ambulantes, povos e comunidades tradicionais, mulheres com medidas protetivas aplicadas pela Justiça em situação de violência doméstica, entre outros”, explica a secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania (SMASAC), Maíra Colares.

A outra modalidade abrange 140 mil famílias que possuem estudantes cadastrados na rede pública municipal de ensino. O valor de R$ 100 mensais será dado enquanto a alimentação escolar não estiver regularizada com a volta às aulas presenciais. “Mesmo com a retomada gradual das aulas na capital, ainda não há uma regularidade a respeito da carga horária, nem a totalidade das turmas. Por isso, as famílias irão receber o benefício até que tudo volte à normalidade completa”, esclarece a secretária Maíra Colares.

Maíra Colares avalia que mesmo com o avanço da vacinação na capital, a condição socioeconômica da população belo-horizontina segue em situação de risco. “Com a pandemia controlada e o avanço da vacinação, percebemos que a população adulta da cidade ainda sofre com a perda da renda, do trabalho e do emprego. A prefeitura tenta, na verdade, mitigar a crise econômica social causada pela pandemia”, explica. 

Correndo contra o tempo

A PBH espera que a tramitação do PL seja a mais breve possível para que os pagamentos comecem a vigorar a partir de setembro — mês previsto para o fim do benefício das cestas básicas distribuídas para as famílias com estudantes cadastrados na rede pública municipal de ensino.

Com o pagamento do auxílio, vamos suspender a doação das cestas básicas que estão sendo entregues desde março do ano passado. A cesta básica foi uma medida emergencial adotada pela PBH para uma situação inicial. Fato é que ela foi renovada até setembro deste ano e será encerrada neste prazo. A nossa previsão é que em setembro estejamos pagando o pecúlio aos beneficiários. Caso ainda não esteja acontecendo, vamos continuar com a cesta até que tudo esteja resolvido”, reforça a secretária Maíra Colares.

A SMASAC esclarece que a entrega das cestas básicas não será interrompida enquanto os pagamentos do auxílio emergencial da PBH não entrarem em vigor e começarem a serem pagos.

Quando o PL for aprovado pelos vereadores, a determinação é que entre em vigor em 30 dias. “Nossa parte estamos fazendo. Como envolve várias secretarias, assim que o prefeito assinar, queremos estar com todos os processos prontos, por exemplo, o banco que fará os pagamentos, quais serão os dados cobrados dos beneficiários, o porquê pagaremos em dinheiro e tudo isso terá que ser feito com rigor”, explica Colares.

Giro econômico com o auxílio

A secretária de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania (SMASAC), Maíra Colares, avalia que com os pagamentos dos benefícios o giro de recursos no comércio local irá beneficiar os pequenos e médios empreendedores da capital.

“O benefício vai fazer a economia girar. Isso significa que o comércio local ficará abastecido e também vai ser alavancado através dessa assistência. Os lojistas e o comércio, em geral, também foram gravemente afetados pela pandemia e estão em recuperação”, salienta.

Segundo Colares, quando esse impulso ocorre, o estímulo à oferta de emprego é fortalecido, aumentando a renda, o que volta a beneficiar as famílias que estão em necessidade social nesta fase da pandemia da Covid-19.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

CONTEÚDO RELACIONADO

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!