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Produção industrial em Minas Gerais apresentou queda de 1,2% em março

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Atividade do setor industrial tem o melhor resultado para janeiro em quatro anos
Crédito: Alisson J. Silva/Arquivo DC

A produção industrial em Minas Gerais recuou 1,2% em março em relação a fevereiro, na série com ajuste sazonal. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ontem.

De acordo com a entidade, os números negativos foram verificados em todos os 15 locais de abrangência do estudo. Os resultados, conforme o IBGE, refletem os efeitos das medidas de isolamento social, que foram tomadas diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em todo o Brasil.

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“Vale destacar que esse é o perfil mais disseminado de taxas negativas desde o início da série histórica”, diz a entidade.

No entanto, apesar de o terceiro mês do ano ter registrado queda, há um motivo para ela não ter sido ainda maior do que o verificado. A supervisora de pesquisa econômica do IBGE, Claudia Pinelli, destaca que as medidas de distanciamento foram adotadas somente em meados de março. “Os resultados refletem um período menor do mês”, salienta.

Na comparação entre março deste ano e o mesmo período do ano passado, o recuo da produção industrial em Minas Gerais foi de 4,2%.

“Vale citar que fevereiro de 2020 (18 dias) teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior (20 dias). Vale citar que, mesmo com o efeito-calendário positivo, já que março de 2020 (22 dias) teve três dias úteis a mais do que igual mês do ano anterior (19 dias), observa-se a clara influência dos efeitos do isolamento social”, afirma a entidade.

Já no acumulado de janeiro a março deste ano em comparação a igual período de 2019, a queda da produção no Estado foi de 8,4%. O resultado foi o segundo mais negativo entre as áreas pesquisadas, atrás apenas do Espírito Santo (-13,3%). Na variação acumulada de 12 meses, a retração registrada em Minas Gerais foi de 7,1%.

Segmentos – Os dados do IBGE mostram que, na comparação entre março deste ano e o mesmo período de 2019, cinco das 13 atividades divulgadas apresentaram crescimento. Os destaques ficaram para atividades de fabricação de produtos têxteis (15%), fabricação de produtos alimentícios (12,1%%) e fabricação de produtos do fumo (6,6%).

“Essas atividades que apresentaram expansão já vinham mostrando uma posição favorável ao longo do tempo”, destaca Claudia Pinelli.

No entanto, esses resultados poderão apresentar números menores nos próximos estudos, segundo a supervisora de pesquisa econômica do IBGE. Isso porque, diz ela, o consumo de bens essenciais tende a cair como reflexo da crise instalada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). “Os itens alimentícios, por sua vez, pode ser que não apresentem indicadores tão desfavoráveis”, avalia.

Já do lado das quedas, na mesma base de comparação, os maiores destaques foram na indústria extrativa (-14,4%), fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (-14%), fabricação de bebidas (-12%) e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (-10%).

“São reflexos em toda uma cadeia. Algumas atividades já vinham apresentando desempenho desfavorável por causa do rompimento da barragem de Córrego do Feijão, em Brumadinho”, lembra Claudia Pinelli.

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