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Setor de serviços apresentou queda de 3% em março no Estado

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Crédito: Nacho Doce/Reuters

O setor de serviços apresentou queda de 3% em Minas Gerais no último mês de março na comparação com fevereiro. O dado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a supervisora de pesquisa econômica da entidade, Cláudia Pinelli, o número é um reflexo da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e das medidas de isolamento social, adotadas como forma de combater a disseminação da doença.

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No entanto, a queda nos serviços não foi tão significativa no terceiro mês deste ano porque as ações de distanciamento tiveram início somente na segunda quinzena de março. Os resultados de abril, período em que as medidas foram mais extensas, devem apresentar recuos maiores, segundo Cláudia Pinelli.

A retração registrada no Estado foi menor do que a verificada nacionalmente, que foi de 6,9%. Já quando se faz uma comparação com os resultados de Minas Gerais de março deste ano com o mesmo intervalo de 2019, a redução do setor foi de 2,1%. No acumulado de janeiro a março, o recuo chegou a 1,7% e no acumulado de 12 meses a 0,5%.

A pesquisa do IBGE também mostra que na comparação entre março deste ano e igual período de 2019, os serviços prestados às famílias foram os que mais sofreram redução em relação ao volume de serviços (-29,1%). “As medidas de isolamento social impactaram bastante as famílias. Um exemplo são os serviços de restaurantes e de lazer”, destaca Cláudia Pinelli.

Na comparação entre janeiro a março deste ano com o mesmo período de 2019, por sua vez, os serviços prestados às famílias diminuíram 10,8% e 1,7% na variação acumulada de 12 meses.




Também foram registradas quedas em transportes, serviços auxiliares aos transportes e correios (-6,2%) e serviços de informação e comunicação (-2,4%) na comparação entre março deste ano e março do ano passado. De janeiro a março deste ano, os recuos foram de 5,1% e 3,1%, respectivamente. Já na variação de 12 meses, respectivamente, as quedas registradas foram de 5,7% e 0,8%

Do lado dos crescimentos ficaram serviços profissionais, administrativos e complementares (12,7%) e outros serviços (11%), quando se compara março deste ano com igual período de 2019.

“Como muitas empresas fecharam em meados de março, essas áreas ainda registraram esses aumentos. São atividades que já vinham demonstrando bom desempenho”, diz Cláudia Pinelli.

Tanto é assim que os serviços profissionais, administrativos e complementares cresceram 7% e 6,2% na variação acumulada de janeiro a março deste ano e na variação acumulada de 12 meses, respectivamente. Na mesma base de comparação, a categoria outros serviços apresentou expansão, respectivamente, de 4,9% e 12,3%.

Futuro – Conforme destaca a supervisora de pesquisa econômica do IBGE, atualmente o ambiente é muito incerto. Existem ainda, lembra ela, todas as questões que envolvem as medidas de distanciamento social, adotado de forma diferente em cada município do Estado.

Para ela, é difícil dizer o que vai acontecer futuramente, pois “vai depender da retomada das atividades”, analisa.

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