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Usiminas reverte prejuízos com retomada da economia no País

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Mercado do aço e do minério de ferro avançaram no terceiro trimestre, impulsionando os números da Usiminas | Crédito: Alexandre Mota/Reuters

Entre julho e setembro deste ano, a Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas) apresentou lucro líquido de R$ 198 milhões, revertendo os prejuízos verificados no mesmo período de 2019 e no segundo trimestre deste ano, de R$ 139 milhões e R$ 395 milhões, respectivamente. No entanto, no acumulado do ano, de janeiro a setembro, os números ainda são negativos em R$ 621 milhões.

Aos resultados positivos desse último trimestre que se passou, o presidente da companhia, Sergio Leite, atribui como uma das razões a retomada da economia no País. Ele lembra que em agosto, na planta de Ipatinga, no Vale do Aço, foi religado o alto-forno 1 – que havia sido desativado em abril em meio aos reflexos da pandemia da Covid-19 – já em uma sinalização/celebração do reaquecimento econômico, o que veio a se confirmar em setembro e outubro.

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Os dados divulgados pela empresa revelam, inclusive, uma grande movimentação do mercado do aço, resultando em vendas de 934 mil toneladas no terceiro trimestre, um aumento de 54% na comparação com o segundo trimestre (608 mil toneladas).

O minério de ferro também não ficou para trás e atingiu 2,3 milhões de toneladas de julho a setembro deste ano, um incremento de 21% em relação ao trimestre anterior (1,9 milhão de toneladas).

Diante desse quadro, a receita líquida de julho a setembro somou R$ 4,4 bilhões, um aumento de 80% na comparação com o segundo trimestre deste ano e de 14% em relação ao mesmo período de 2019.

Já sobre o prejuízo que foi registrado no acumulado deste ano, Leite diz que ele está ligado à variação cambial. “Estamos trabalhando fortemente no sentido de construir os melhores resultados possíveis. Esse prejuízo acumulado no ano é 100% devido à variação cambial, não é prejuízo operacional”, explica ele.




Mais resultados – Ainda de acordo com os números que foram divulgados no balanço da Usiminas, a empresa fechou o caixa em R$ 3,7 bilhões, alta de 49%.

Além disso, o Ebitda chegou aos R$ 826 milhões no terceiro trimestre deste ano, o que representa um crescimento de 87% em relação ao mesmo período de 2019 e de 331% na comparação com o segundo trimestre deste ano. A margem Ebtida ficou em 19% de julho a setembro; de abril a junho, ficou em 8%.

Perspectivas – Em relação ao que vem pela frente e a acontecimentos que têm preocupado o mundo todo, como uma segunda onda da pandemia da Covid-19, Leite ressalta que a companhia está atenta ao que está ocorrendo no exterior.

“A Europa está vivendo um momento delicado e estamos analisando o que pode ocorrer no Brasil”, afirma ele.

Sobre a reativação do alto-forno 2, que foi desativado junto ao alto-forno 1 em abril, Leite sinalizou que ainda não se sabe ao certo quando ocorrerá e que a tomada de decisão, se ele vai voltar por ora ou não, deve ficar para o primeiro trimestre do ano que vem.

A volta do alto-forno 2, afirma ele, depende basicamente do aumento do consumo aparente de aço, e as perspectivas apontam para um crescimento nesse sentido, avalia.

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