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O Social Bank foi um dos representantes de Minas Gerais na Conferência Internacional da Solidariedade com os Refugiados Venezuelanos e Crise Migratória. O evento aconteceu entre os dias 28 e 29 de outubro, em Bruxelas, na Bélgica, a fim de mobilizar uma ação urgente e coordenada para atender milhões de refugiados e migrantes da Venezuela.

Com sede em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, o banco digital atua na inclusão financeira dessas pessoas, desburocratizando o acesso aos serviços bancários.

A conferência foi realizada pela União Europeia, pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) e pela Organização Internacional de Migração (OIM). Durante o evento, foi apresentada a grave situação da fuga dos venezuelanos, que se tornou uma das crises de deslocamento mais graves do mundo.

São 4,5 milhões de venezuelanos que já saíram do país, o que significa 15% de sua população. Entre os países mais procurados estão Colômbia, Equador, Chile e Brasil.

Representante do Social Bank na conferência, o diretor de Propósito e Pessoas, Alonso Neto, destaca que boa parte dessas pessoas foge porque não encontra assistência de saúde na Venezuela. Por isso, os sistemas de saúde dos países para onde eles vão estão ficando sobrecarregados.

Ele lembra que o problema também passa pela educação, uma vez que há milhares de crianças fora da escola, além de outros riscos sociais, como é o caso de meninas e jovens que podem ser vítimas de tráfico humano.

“São muitos problemas, mas a melhor forma de resolvê-los é acolhendo e integrando essas pessoas, permitindo que elas tenham acesso a uma vida digna nos novos países”, afirma. E é justamente isso que o banco mineiro tem feito. Com a missão de democratizar o acesso das pessoas aos serviços financeiros, o Social Bank tem acolhido milhares de venezuelanos que fogem para o Brasil e que precisam recomeçar suas vidas.

“Nascemos com o propósito de aumentar o acesso aos serviços financeiros digitais e incluir pessoas. Os venezuelanos que têm documentação conseguem abrir uma conta de forma simples e passam a integrar o sistema financeiro nacional. Isso permite que elas façam pagamentos, recebimentos e permite que eles tenham trabalho, empreendam e desfrutem de uma vida mais digna”, diz.