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Líderes no Brasil estão confiantes, aponta pesquisa

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Crédito: Pixabay
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A pesquisa mais recente da Robert Half com executivos C-level em seis dos seus principais mercados internacionais indica que 88% dos líderes de negócios do Brasil entrevistados estão um pouco ou muito confiantes sobre suas perspectivas de crescimento no primeiro semestre de 2021. O Brasil é o país onde a percepção de crescimento é a maior (88%), seguido pela França e Reino Unido (78%), Austrália (77%), Alemanha (72%) e Bélgica (69%).

De maneira geral, as oportunidades de expansão dos negócios (41%) e a aceleração da transformação digital, com a adoção de novas tecnologias (36%) são as razões que mais influenciam as perspectivas mais otimistas, ao passo que o clima econômico e político dão o tom mais pessimista.

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Tendências – Enquanto a turbulência do mercado induzida pela pandemia faz com que 61% dos empregadores pesquisados no Brasil estejam planejando manter o quadro de funcionários (versus uma média dos seis mercados de 66%), quase um quarto das empresas pesquisadas (23%) estão expandindo sua força de trabalho, adicionando de forma ativa novas posições – níveis que tendem a aumentar no Brasil (33%) e na Austrália (32%) e diminuir na Europa Continental e no Reino Unido (17%). Por outro lado, apenas 8% das empresas pesquisadas pela Robert Half pretendem congelar totalmente o quadro de funcionários e um número ainda menor (3%) planeja reduzir o número de funcionários durante os primeiros meses de 2021.

Esses dados apoiam o redimensionamento da força de trabalho e as mudanças de contratação que a Robert Half vem observando desde os primeiros dias da pandemia da Covid-19, em que as empresas redirecionaram suas prioridades de negócios em resposta às mudanças nas demandas do mercado/consumidor, adotaram processos operacionais e de planejamento mais baseados em dados junto com estratégias rápidas de transformação de talentos projetadas para construir forças de trabalho mais resilientes, adaptáveis e ágeis.

Na opinião do diretor de Executive Search da Robert Half, Mario Custodio, agilidade de negócios, adaptabilidade e aumento da propensão do gerenciamento de risco e do planejamento futuro continuam sendo as principais prioridades para muitas empresas à medida que implementam suas estratégias de recuperação e reconstrução no início do ano. “Esses mesmos atributos provavelmente também podem ser marcas registradas da evolução do futuro do trabalho no longo prazo. Enquanto a mudança parece ser a única constante dentro de um ambiente de negócios volátil, muitas empresas estão lutando para encontrar o talento que precisam para apoiar as novas prioridades de negócios desencadeadas pela pandemia. Os profissionais que contam com as habilidades exigidas sabem que ainda têm opções, e os empregadores devem perceber que precisam oferecer salários e benefícios competitivos para reter os profissionais-chave, bem como atrair e garantir os melhores candidatos durante este ano – e os que virão.”

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