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Gestão

Pandemia expõe fragilidade de líderes na condução das equipes

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Bax: o mais importante para o líder neste momento é saber entender as próprias emoções | Crédito: Jean Assis

Já não importa o estilo pessoal ou a cultura corporativa, o certo é que todo líder empresarial se sentiu em xeque em algum momento durante a pandemia. A missão de coordenar equipes, pensar estrategicamente o futuro da empresa e manter todos engajados em meio ao caos sanitário e econômico dos últimos 13 meses é, e ainda vai ser durante muito tempo, uma tarefa desafiadora. Para muitos, a maior da vida toda.

Há 20 anos aconselhando líderes de vários setores, o master coach em negócios André Bax revela que a angústia e o medo atingiram, dos mais inexperientes e aqueles que se dedicam aos pequenos negócios, aos mais renomados empresários globais e CEOs de multinacionais. O que os diferencia, porém, é a estrutura de apoio. E o que os aproxima, a insegurança.

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“Ninguém poderia prever que passaríamos por uma situação como a atual. Lido com formação de liderança há mais de 20 anos e, por mais que tenhamos todo um preparo, estamos passando por um momento ímpar. Para este momento, o mais importante para o líder é o autoconhecimento, é saber entender as próprias emoções. Levamos isso para os nossos treinamentos. A psicologia explica que não existe controle emocional. A gente não controla as nossas emoções, a gente consegue compreendê-las e, a partir disso, lidar mais facilmente com elas”, explica Bax.

Para o especialista, o primeiro passo é admitir as próprias fragilidades e procurar ajuda profissional quando a pressão começar a incomodar. Cuidar da mente e do corpo também é fundamental para quem tem a missão de ser um exemplo e liderar pessoas.

“O medo é um sentimento humano que, na dose certa, pode nos proteger dos riscos, mas que, exagerado, nos paralisa. E ele é, provavelmente, o sentimento mais comum entre as pessoas nos dias que estamos vivendo. Temos medo de adoecer, de perder alguém querido, de ficarmos desempregados. Os líderes também sentem medo e devem buscar ajuda quando isso acontece. A era do chefe onipotente já passou”, pontua.

Outro ponto básico que as lideranças devem observar é o respeito às leis e ao bom senso. Embora a legislação brasileira seja ainda falha na regulamentação de modelos de trabalho como home office e trabalho remoto, evitar abusos e assédios é missão do líder, não apenas para evitar passivos trabalhistas futuros como, também, para manter equipes engajadas.

Para aqueles dias em que as coisas estão mais difíceis, o coach indica um afastamento momentâneo, para colocar as emoções em ordem e ser mais assertivo nas decisões e efetivo no apoio prestado aos colaboradores. Uma breve caminhada de 15 minutos pode ser o suficiente.

“O líder tem um papel de apoio total, mesmo que a distância. Nos momentos de grande instabilidade, então, o melhor é aguardar um pouco para responder às demandas. Respire, caminhe. A ciência já comprovou que exercícios físicos nos ajudam a combater o estresse. Alguém no auge do estresse não vai dar as melhores respostas”, aconselha o consultor.

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