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Anualmente, a Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa – Minas Gerais (ADCE Minas) homenageia, por meio do Prêmio ADCE Minas de Responsabilidade Social Empresarial, um empresário que seja exemplo por sua atuação socialmente responsável. Consolidada, a premiação chega à oitava edição. No dia 4 de dezembro será homenageado o sócio e conselheiro do Grupo Ápia, José Guido Figueiredo Neves.

Para o presidente da ADCE Minas, Sérgio Frade, o Prêmio ADCE é uma oportunidade de reconhecer a trajetória de empresários que são exemplo de boas práticas e cujas empresas têm nos valores cristãos um guia, sem se esquecer do negócio.

“Buscamos reconhecer o empresário que enaltece os nossos valores em todos os níveis, preocupado com a ética cristã e o com foco no ser humano. Ao premiar José Guido, enaltecemos a contribuição dele para o fortalecimento da ética nos negócios e na sociedade. Vivemos uma sociedade desafiadora, especialmente a empresarial. Apesar de toda essa competição existente, entendemos que ela só é possível – mesmo em uma economia liberal – com responsabilidade social. Nessa relação, precisa ganhar todo mundo: empresários, colaboradores, famílias dos colaboradores e sociedade. Princípios do bem comum, da solidariedade e da subsidiariedade são fundamentais. Reconhecemos empresários que trabalharam dentro desses princípios”, explica Frade.

José Guido Figueiredo é também ex-presidente e conselheiro do Sindicato da Indústria da Construção Pesada no Estado de Minas Gerais (Sicepot-MG); sócio-fundador, ex-presidente e conselheiro da ADCE-MG; fundador e ex-presidente do Brechó da Construção; e presidente do conselho do Centro Loyola de Fé e Cultura.

Para ele, a responsabilidade social é um valor originário da formação familiar. “Esse é um prêmio muito importante porque vem de uma entidade muito séria, dedicada a causas muito nobres. Esse é um valor que vem da família. As pessoas acham que têm que fazer coisas muito grandes. Mas isso começa de pequeno, através das pequenas coisas. As pessoas podem ter falhas, isso é natural, mas elas devem buscar ser exemplo. Um empresário tem uma comunidade muito grande em torno de si, então ele precisa ser exemplo”, destaca Figueiredo.

Aos 86 anos, 60 deles dedicados ao Grupo Ápia, o conselheiro pratica a responsabilidade social muito antes de o termo ser criado e popularizado. Sua meta, ao aconselhar os atuais gestores do grupo, é compartilhar a experiência acumulada e valorizar seus colaboradores.

“Qualquer empresa precisa gerar lucro. Para isso precisa ter bons colaboradores e reconhecer o valor deles. Se o clima é bom, se existem valores, a empresa progride. O importante é que esses valores estão sendo levados adiante pelas novas gerações”, comemora o empresário.