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Telecomunicações: BH-Tec terá centro de referência em IoT

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Daniel Laper | Crédito: SM2/Divulgação
Daniel Laper | Crédito: SM2/Divulgação

A operadora de infraestrutura American Tower e o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec) firmaram parceria para a criação de um Centro de Referência em Internet das Coisas (IoT) na capital mineira. A cooperação entre as instituições tem como objetivo disseminar o conhecimento de tecnologias, desenvolver negócios, bem como promover a inclusão social.

De acordo com o CEO do BH-Tec, Marco Crocco, o acordo significa uma mudança de patamar não só para o parque, mas para o ecossistema de inovação da cidade como um todo, uma vez que permitirá atividades de criação, produção e aprimoramento de equipamentos de alta tecnologia. “O BH-Tec deixa de ser só um local para abrigar empresas. Ele passa a desenvolver negócios”, resumiu.

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Na prática, segundo Crocco, o BH-Tec passa a utilizar tecnologia American Tower no desenvolvimento de novos negócios, ao mesmo tempo em que eles aprimoram a tecnologia a partir do acordo de cooperação. “O BH-Tec se coloca como um estimulador de projetos e negócios de IoT, fazendo a conexão entre empresas, universidades e a tecnologia. Queremos, por exemplo, fazer uma área de 5G experimental aqui”, revelou.

Ainda segundo o CEO do BH-Tec, a primeira execução do Centro IoT deverá ser anunciado em breve e ainda neste mês haverá uma chamada pública para o desenvolvimento de novos projetos dentro do escopo. “Por meio da American Tower fornecemos a plataforma e as empresas aprovadas a utilizam para desenvolver seus projetos. O Centro nasce virtual, mas tão logo o controle da crise sanitária provocada pela Covid-19 permita, será aberto fisicamente também”, completou.

O convênio com a American Tower foi assinado no fim do ano passado. Ao todo, a empresa celebrou 11 acordos de cooperação tecnológica com centros de referência em Internet das Coisas no País. Entre as parcerias assinadas com a American Tower, estão polos e instituições educacionais, instituições de P&D, ecossistemas de aceleração de empresas e startups, e a Prefeitura do Rio de Janeiro, com foco em cidades inteligentes.

O diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower do Brasil, Daniel Laper, destacou que ao longo de 2020, a empresa e seus parceiros promoveram a capacitação de mais de 400 pessoas para o uso da tecnologia LoRaWAN, e desenvolveram mais de 35 projetos em diferentes verticais, incluindo agronegócios, cidades inteligentes e sustentabilidade. E que a parceria com o BH-Tec integra a ampliação desta estratégia.

“Enxergamos grande potencial no mercado brasileiro, onde estamos posicionados como viabilizadores de projetos sustentáveis e de inovação social, que retornam como benefício para a população, e de conectividade IoT com presença em todo o território nacional, para incentivar novos negócios. Esperamos colaborar para a solução de problemas reais em Belo Horizonte, assim como já fazemos em outros locais”, explicou.

A American Tower é líder global em infraestrutura para telecomunicações e recentemente comemorou dois anos de sua rede ATC LoRaWAN para internet das coisas no Brasil. A companhia expandiu seu portfólio e agora também conta com uma infraestrutura de rede neutra para soluções de conectividade de baixo custo e baixo consumo de bateria para viabilizar projetos de Internet das coisas, tendo como sua parceira tecnológica na iniciativa a Everynet.

Resultados – Desde o lançamento da rede, já são mais de 3,3 bilhões de mensagens comunicadas utilizando a infraestrutura, que oferece cobertura nacional, abrangendo 265 cidades em todos os estados do Brasil, cobrindo 110 milhões de pessoas e correspondente a 63% do Produto Interno Bruto (PIB). Entre as verticais de maior relevância, além de rastreamento de ativos, tem se destacado muito o caso de uso de medição inteligente, que teve crescimento de aproximadamente nove vezes no decorrer do ano passado.

“Começamos em três regiões metropolitanas e hoje já temos 265 cidades cobertas em todo o País. O Brasil tem hoje a Internet das Coisas como tema bem quente e o mercado tem avançado. A pandemia talvez tenha acelerado alguns processos como no caso da logística e da mobilidade e até mesmo na medição remota de alguns serviços, em virtude das restrições de deslocamento – todos eles ligados à tecnologia de IoT”, finalizou.

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