Edtech investiu R$ 55 milhões para iniciar as operações da Faculdade Descomplica, que atuará no ensino a distância | Crédito: Divulgação

A edtech brasileira Descomplica anunciou que entrará para o ramo de ensino superior a distancia, com o lançamento da Faculdade Descomplica. As operações serão iniciadas nesta segunda-feira (10), tornando-se a primeira edtech brasileira a ingressar nesse ramo de educação.

Tendo recebido a autorização do Ministério da Educação (MEC) para operar em março deste ano, com a nota máxima concedida pelo órgão, a instituição de ensino fez um investimento da ordem de R$ 55 milhões para lançar a Faculdade. Com preços democráticos – o curso de maior valor sai por menos de R$ 220 mensais -, a instituição nasce em um ano cujo debate sobre o ensino a distância cresceu e, para diversos alunos ao redor do Brasil, foi a solução para seus estudos não serem paralisados por conta da pandemia do Covid-19.

“O lançamento da Faculdade Descomplica é um marco para a educação brasileira. Estamos proporcionando uma mudança de vida para milhares de alunos, que hoje podem contar com preços acessíveis, ensino de qualidade e orientação personalizada para suas carreiras”, diz o presidente da Faculdade Descomplica, Daniel Pedrino.

“Estamos trazendo grandes nomes do mercado para a nossa equipe, como Clóvis de Barros, que será professor das disciplinas que vão além das competências técnicas, desenvolvendo soft skills fundamentais para a empregabilidade do profissional atual. E Sofia Esteves, que faz parte do nosso Comitê de Empregabilidade, criado para discutir para como a Faculdade vai garantir a empregabilidade dos alunos hoje e no futuro”, completa Pedrino.

“Entramos no mercado de ensino superior com 100% das nossas vagas da Faculdade preenchidas, o que é muito raro, mesmo em graduações presenciais. Essa é a prova de que o ensino virtual de qualidade terá um impacto relevante na penetração do ensino superior brasileiro”, diz o CEO do Descomplica, Marco Fisbhen. Hoje, segundo o levantamento da OCDE de 2019, 21% dos brasileiros entre 25 e 34 anos possuem Ensino Superior completo. A média entre os países pertencentes à OCDE é de 44%.

O esquema de graduação da Faculdade é por microcertificados: os cursos são divididos por temática, ao invés da separação tradicional por semestre. O aluno pode optar por qual tema prefere começar a estudar e, ao finalizar, recebe um certificado de especialista contando quantos estudos de caso foram realizados sobre o assunto, que pode ser linkado diretamente em seu perfil do LinkedIn.

Oferecendo os quatro cursos mais procurados no EAD que, juntos, são responsáveis por mais de 40% dos inscritos, de acordo com dados do Censo da Educação Superior 2018 (Pedagogia, Administração, Contabilidade e Gestão de Pessoas), a escola traz para a sua semana inaugural de aulas grandes nomes da atualidade para dar as boas-vindas às primeiras turmas da Faculdade.