Negócios

Disney eliminará 1.000 empregos

Cerca de mil postos de trabalho serão eliminados em várias áreas, incluindo marketing e tecnologia, enquanto a empresa se adapta às novas realidades econômicas
Disney eliminará 1.000 empregos
Segundo o gerente de marketing da loja da Disney, embora a data não seja muito relevante para a operação, a meta é elevar o faturamento em 50% neste mês | Foto: Bruna Cabral / Dream Store

O novo presidente-executivo da Walt Disney, Josh D’Amaro, anunciou demissões em massa em um email enviado aos funcionários da companhia nesta terça-feira, buscando otimizar as operações da empresa.

De acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, cerca de 1.000 postos de trabalho serão eliminados.

Os cortes afetarão o grupo de Marketing, que foi reorganizado em janeiro, e outras partes da empresa, incluindo seus negócios de estúdio e televisão, a ESPN, produtos e tecnologia e certas funções corporativas, de acordo com a fonte.

A Disney começou a notificar os funcionários esta semana.

“Dado o ritmo acelerado de nossas indústrias, isso exige que avaliemos constantemente como fomentar uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, escreveu D’Amaro em um email visto pela Reuters. “Como resultado, eliminaremos cargos em algumas áreas da empresa.”

Assim como outros estúdios de Hollywood, a Disney está se adaptando às novas realidades econômicas, incluindo a queda no mercado televisivo, a redução da bilheteria e o aumento da concorrência. Warner Bros. Discovery e Paramount Skydance também realizaram demissões em massa.

A última grande onda de cortes de pessoal na Disney ocorreu em 2023, quando a empresa anunciou que eliminaria 7.000 postos de trabalho como parte de um esforço para economizar US$5,5 bilhões em custos. Na época, a Disney estava sob pressão do investidor ativista Nelson Peltz para melhorar seu desempenho financeiro e estancar as perdas em seu negócio de streaming.

A Disney afirmou que empregava aproximadamente 231.000 pessoas em setembro, ao final de seu ano fiscal.

O Wall Street Journal foi o primeiro a noticiar os cortes de pessoal.

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