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Crédito: Sergey Nivens - Fotolia

Entende-se como empresa familiar aquela em que as decisões são tomadas por seus fundadores, e que possui, dentre os cargos de gestão ou entre os funcionários, membros da mesma família ou amigos próximos. De acordo com dados do IBGE, essa realidade representa 90% das microempresas brasileiras da atualidade. Mas, mesmo com grande participação na economia e com registro de mais de 60% dos empregos formais do País, poucas são as que permanecem ativas por mais de duas gerações.

O que se sabe, contudo, é: para uma empresa se manter no mercado de forma saudável, é necessário entender que não há problemas em ter familiares ou amigos como membros da equipe, desde que as contas particulares e as jurídicas não se misturem. Para Claudio Apolinario, CEO da Akmos, empresa de saúde, nutrição e bem-estar, que passa por uma implementação de processos de governança corporativa, o ponto-chave para o desenvolvimento empresarial “é diferenciar gestão familiar de empresa familiar e entender que esse tipo de organização pode adotar práticas de governança que irão proteger e prosperar o negócio”.

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Transição entre governanças – E quando houver transição entre as governanças? Para que ela seja feita de forma tranquila, é necessário, antes de mais nada, planejamento: traçar novas metas, revisitar missão e valores da companhia e até entender onde se quer chegar. “É preciso criar mecanismos para que o planejamento saia do papel e também para que todos tenham uma visão clara sobre o futuro da empresa”, diz Apolinario.

É importante lembrar que, a partir do momento que o planejamento é determinado, os funcionários devem estar alinhados as novas práticas, valores e processos da companhia. “Se não estivermos todos na mesma página que mostra onde estamos, onde queremos chegar e como faremos para alcançar nossos objetivos, dificilmente sairemos do lugar. Cabe à gestão da empresa explicar e engajar suas equipes garantindo que todos tenham condições de seguir o planejamento”, conclui o CEO da Akmos.

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