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Importação de vinhos no País duplica em cinco anos

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CRÉDITO: DIVULGAÇÃO

O Brasil nunca importou tanto vinho tranquilo (aquele que não passou por uma segunda fermentação, ou seja, não possui gás carbônico) como em 2019. De janeiro a maio deste ano, as comercializações cresceram 100% em valor e 122% em volume, comparado a igual período de 2015.

O desempenho mostra o potencial do mercado brasileiro, que, após o encerramento das negociações do acordo entre União Europeia e Mercosul, deve ganhar maior evidência com a nova fronteira comercial.

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A expectativa é de que os rótulos estrangeiros fiquem até 30% mais baratos no País. Com isso, a necessidade que os vitivinicultores brasileiros terão de promover seus produtos e competirem com os vinhos internacionais deverá consolidar eventos voltados para o trade, como a Wine South America, maior feira profissional de vinho da América Latina.

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Segundo dados do Comex Stat, do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), de janeiro a maio deste ano, 60 milhões de litros de vinhos tranquilos foram importados pelo Brasil. Foram negociados US$ 188,9 milhões, com preço médio de US$ 3,15 por litro. Chile, Portugal, Argentina, Itália e Espanha integram, nesta ordem, o ranking de principais exportadores. Em 2015, 27 milhões de litros de vinhos tranquilos entraram no País, contabilizando US$ 94,4 milhões negociados.

Neste cenário, a Wine South America deverá estreitar relacionamentos e ampliar ainda mais este mercado em ascensão. Até o momento, já está confirmada a participação de expositores de oito países, com 52 vinícolas internacionais, além da presença dos principais players nacionais. Expositores do Chile, Argentina, Uruguai, África do Sul, Portugal, Itália, França e Espanha estarão no evento que ocorre de 25 a 27 de setembro, em Bento Gonçalves (RS).

A segunda edição da feira já conta com um portfólio de rótulos como da francesa Rendez Vous Occitans, da sul-africana Robinson & Sinclair, das espanholas do Grupo Faustino e da chilena Sur Valles. Estandes coletivos como o do Wines of Argentina, com 30 empresas, também estarão presentes, reforçando o posicionamento de principal evento do setor no continente.

Segundo a presidente-executiva da Associação Brasileira de Exportadores e Importadores de Bebidas e Alimentos (A.B.B.A.), Raquel Salgado, o baixo consumo per capita no Brasil (dois litros por habitante/ano) não é visto como um problema, mas como um indicativo de oportunidade de crescimento da categoria no maior país latino-americano.

“A Wine South America propiciará a divulgação das marcas aqui na América do Sul e a descoberta de novos clientes, apostando no desenvolvimento comercial”, assinala.

A feira internacional do vinho deve reunir 250 marcas do Brasil e do Exterior, incluindo os setores de destilados e olivicultura. A relação das vinícolas que já confirmaram presença na Wine South America pode ser conferida em www.winesa.com.br. (Da Redação)

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