Crédito: Divulgação

Fundada em 1998, na cidade de Birigui, interior de São Paulo, a Gigatron Franchising se inspira nas próprias origens para dar mais um salto de expansão em 2020. A meta é crescer 30% em relação ao ano passado, com foco em cidades do interior com até 100 mil habitantes.

Dentro dessa estratégia, Minas Gerais ganha papel de protagonista. Das atuais 53 unidades abertas atualmente, quatro estão no Estado: Ubá, na Zona da Mata; Divinópolis, no Centro-Oeste; Alfenas, no Sul de Minas; e Uberlândia, no Triângulo. A meta, segundo o diretor comercial da Gigatron, Victor Ruiz, é triplicar o número de unidades.

Formam o grupo de cidades mapeadas pela Gigatron em território mineiro: Campo Belo, Formiga, Itaúna, Nova Serrana e Pará de Minas, no Centro-Oeste; Caratinga, no Vale do Rio Doce; Cataguases, Leopoldina e Viçosa, na Zona da Mata; Frutal, no Triângulo; Itajubá e Lavras, no Sul de Minas; Januária, no Norte de Minas; Ouro Preto, na região Central; Patrocínio, no Alto Paranaíba.

“Minas tem um papel de destaque no nosso plano pelo tamanho e potência do seu interior e também pela Capital e sua região metropolitana. Isso nos leva, inclusive, a planejar a abertura de uma unidade própria na Grande Belo Horizonte nos próximos meses”, anuncia Ruiz.

Para crescer nas cidades pequenas e atender os pequenos varejistas espalhados por todo o território nacional, a Gigatron lançou um plano de expansão denominado “Plano Habitacional”. Nele, as unidades possuem um custo fixo administrativo e licenças ilimitadas dos softwares GigaERP e GigaChef para os clientes na mesma cidade de atuação da franquia.

Sendo assim, no valor que ele vender o produto para o cliente final, não há repasse para a franqueadora, gerando maior faturamento ao franqueado. O valor médio de investimento para abertura de unidades é de R$ 12 mil, colocando a marca na categoria de microfranquia.

Para ser um franqueado é importante que o candidato acumule conhecimento técnico e talento comercial. Nas cidades muito pequenas essas duas características, pelo menos no início, vão precisar estar reunidas na mesma pessoa. Já nas um pouco maiores, é possível trabalhar em sociedade ou com a contratação de um técnico.

“Nosso objetivo é deixar nosso franqueado mais competitivo no mercado de software e levar condições especiais para o cliente. Nesse momento miramos nos pequenos varejistas. É nossa forma de ajudar a fortalecer as economias locais e também dar sustentabilidade ao nosso negócio. Ganhamos no volume de clientes e não em poucos clientes que pagam mais caro. Somos do interior, compreendemos bem as dificuldades que os pequenos passam e queremos compartilhar o conhecimento que acumulamos durante todo esse tempo”, pontua o diretor comercial da Gigatron.