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Com atuação no setor de saúde, NeuroUp recebe R$ 2,5 milhões 

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A empresa desenvolve soluções de biofeedback, que ajudam a diminuir tensão, melhorar o relaxamento muscular e reduzir dores | Crédito: Luisa Maciel

Sediada no Recife, a NeuroUp acaba de receber um aporte de R$ 2,5 milhões do Criatec 3, fundo gerido pela Inseed Investimentos e criado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Este é o primeiro aporte do fundo na Região Nordeste.

Com o aporte a empresa que desenvolve soluções de biofeedback – que ajudam o usuário a reduzir a tensão do corpo e atingir o relaxamento avançado – pretende fortalecer a área comercial, adquirir escala e buscar a internacionalização.

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Para o CEO da Inseed Investimentos, Gustavo Junqueira, a NeuroUp foi selecionada por ter um potencial de alcance global. “A empresa conseguiu transformar um conhecimento profundo, na área de neurodinâmica, em um produto que cuida de um problema a nível mundial, que são as dores crônicas”, afirma.

O Banco do Nordeste (BNB) é um dos investidores do Criatec 3 e o superintendente estadual do BNB em Pernambuco, Ernesto Lima Cruz, reafirma o compromisso de apoiar empresas inovadoras e com elevado potencial de crescimento.

“O objetivo é construir ou expandir, junto aos empreendedores, ofertas de valor muito diferenciadas e levar o negócio a uma fase de crescimento acelerado. Além do aporte de capital, o fundo é um sócio proativo, que agrega estratégia, governança e compartilha decisões. Ele auxilia a empresa a avançar rápido e chegar mais longe do que faria sozinha”, comenta.

Biofeedback – O co-fundador e diretor executivo da NeuroUp, Ubirakitan Maciel, explica que a tecnologia é é intuitiva, tem custo é acessível e permite que o usuário aprenda técnicas de relaxamento e as aplique no dia a dia.

“O treinamento com o biofeedback pode beneficiar as pessoas com dificuldade para relaxar por vontade própria. Também pode ser usado em exercícios, já que o sistema indica o nível de contração muscular através de jogos”, ressalta.

O dispositivo pode ser acoplado ao corpo e se comunica com um aplicativo para celular, como descreve o co-fundador e diretor técnico, Diogo Jardim.

“Os sensores são capazes de captar a informação oferecida pelo corpo e devolvê-las em tempo real. Assim, é possível identificar o nível de tensão corporal e trabalhar técnicas que ajudam a reduzi-la”, diz.

Confira no vídeo uma demonstração da solução desenvolvida pela NeuroUp:

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