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Crédito: Pixhere

O número de empreendimentos cervejeiros registrou crescimento superior a 30% nos últimos dois anos no Brasil, tendo os estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina como destaques nacionais no segmento.

Em 2020, até a primeira quinzena de fevereiro, o País mantinha 1.171 cervejarias em atividade cadastradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), acima dos 889 estabelecimentos registrados em 2018.

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Em expansão, a área se renova ano a ano com novas marcas, estilos e sabores, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, que, juntas concentram 85% da produção brasileira de cerveja. Em números absolutos, a liderança é de São Paulo, com 241 estabelecimentos, seguida por Rio Grande do Sul (228) e Minas Gerais (156).

De acordo com Mateus Bodanese, especialista em bares e CEO da myTapp, startup brasileira que desenvolve soluções tecnológicas para o mercado cervejeiro, o segmento é impulsionado à medida que cresce a diversidade de rótulos e a exigência dos consumidores em busca de produtos diferenciados e de melhor qualidade.

“O mercado cervejeiro no Brasil iniciou um crescimento significativo a partir de 2010, com o “boom” das cervejas artesanais, que possuem uma quantidade muito maior de sabores e combinações do que as cervejas mainstream (convencionais).

Dentre os fatores que levaram ao crescimento, se destaca o fato de a população ter começado a descobrir as cervejas e todas as possibilidades que elas trazem. Uma coisa levou a outra: aumentou o número de cervejarias, mais pessoas experimentaram e gostaram, e a demanda foi puxando a oferta”, ressalta o especialista.

Ainda conforme Mateus Bodanese, com a elevação do nível de exigência dos consumidores e o surgimento dos novos empreendimentos, a tendência é de que o mercado continue a crescer, o que faz com que até mesmo os produtores das cervejas tradicionais busquem este novo mercado. Porém, o grande desafio para consolidar a expansão está em aumentar o número de consumidores de cerveja artesanal, que ainda representa cerca de 3% do consumo de cerveja no Brasil.

“As empresas do setor estão se unindo para divulgar a cultura e trazer mais adeptos a esse estilo de cerveja (artesanal). Ainda há potencial para crescer e, provavelmente dobrar nos próximos anos (de 3% para 6%). O quão mais rápido isso acontecer maior será o número de cervejarias no mercado. O risco é crescer mais a oferta do que a demanda, podendo resultar em mais dificuldades para essas cervejarias”, salienta.

Ainda segundo o CEO da myTapp, apostar em tecnologia pode ser um dos caminhos para ajudar no crescimento do mercado e no controle e gestão para os bares e pontos de venda. “Os bares e cervejarias precisam ser cada vez mais eficientes em suas operações devido ao grande aumento de concorrentes, enquanto o consumidor busca soluções e experiências, como os sistemas de autosserviço e acesso a mais qualidades de cerveja”, completa.

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