Além de oferecer vídeo currículo, entrevistas gravadas e às cegas, Jobecam ajuda candidato a fazer um bom currículo | Crédito: Pixabay
Com mais de 13 milhões de desempregados, o Brasil também registra o número recorde de 28 milhões de pessoas subutilizadas, ou seja, que trabalham menos horas do que uma jornada regular de trabalho ou procuram emprego não compatíveis com seu perfil.
Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram ainda que 4,9 milhões de candidatos desistem de procurar emprego pelos mais diversos motivos, mas os principais são falta de experiência, idade ou localidade em que moram.

Para mudar esse cenário, a Jobecam, plataforma de empregos e entrevistas gravadas que torna os processos de seleção mais eficientes e justos por meio da tecnologia de vídeo e inteligência artificial, acaba de lançar uma nova funcionalidade: a geração automática do currículo.

A partir de um cadastro gratuito, o candidato entra na plataforma, preenche os dados pessoais, profissionais, acadêmicos e habilidades que queira destacar nos campos sugeridos. Ao finalizar a própria ferramenta gera um currículo no formato em pdf, com design e layout compatíveis com as exigências do mercado de trabalho.

Além deste documento, a ferramenta ainda oferece outras ferramentas para ajudá-lo na busca da recolocação profissional. Entre elas, está a possibilidade de gravar um vídeo currículo, com uma apresentação de 30 segundos falando brevemente sobre si; sala de entrevistas ao vivo, em que os recrutadores podem convidar os candidatos para uma conversa “ao vivo”; entrevistas gravadas para as demais fases solicitadas pela vaga e entrevistas às cegas, em que a empresa não tem acesso às suas informações e imagem, trazendo o foco exclusivo em nas habilidades.

Segundo a CEO e fundadora da Jobecam, Cammila Yochabell, de nada adianta ter uma boa qualificação profissional, uma formação acadêmica invejável, uma ótima apresentação pessoal, se na hora de colocar as informações no papel o candidato se descuida do básico.

“Entre os erros mais comuns estão algumas sutilezas como fonte do texto em Comics Sans, a ausência de informações de contato e os clássicos erros de português. Tudo isso faz o recrutador descartar o candidato sem dor na consciência”, complementa.