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EMPREENDEDORISMO

A cada ano, mais e mais empresas e startups são criadas no Brasil e no mundo. E as dúvidas que povoam a mente desses empreendedores são inúmeras. Qual é a melhor forma de abordar um investidor? Como lidar com o surgimento de novos concorrentes? O que fazer quando sua grande ideia não está funcionando? Qual é a hora certa de delegar o trabalho? Como lidar com as crises que surgem pelo caminho?

O investidor americano Maynard Webb – que ajudou a fundar, financiar e desenvolver dezenas de empresas bem-sucedidas e trouxe mudanças estratégicas para grandes corporações, como Salesforce, eBay e Visa – responde a essas e a muitas outras perguntas em Caro empreendedor (Benvirá | 368 pp. | R$ 49,90), best-seller do Los Angeles Times e do USA Today. Com mais de 70 cartas inspiradoras e informativas, a obra é recheada de orientações sensatas e objetivas sobre a criação e o estabelecimento de um negócio, reunindo conselhos práticos e úteis para empreendedores, líderes, gestores e donos de empresas de todas as áreas.

GESTÃO DE METAS

Quais as melhores práticas da alta performance? Que modelo seguir? Para tentar responder a essa e tantas outras perguntas que circundam o universo empresarial, Francisco Homem de Melo, estudioso de cultura organizacional e gestão de desempenho, acaba de lançar o livro “OKRs: Da Missão às Métricas”, em que apresenta cases de sucesso como o do Google, Intel, Linkedin e Zynga, além de outras companhias de prestígio no mercado. O objetivo é ajudar as empresas a implementar uma metodologia de metas direcionada para alcançar resultados.

Fundador da Qulture.Rocks, software para a gestão de desempenho, Kiko, como gosta de ser chamado, passou três meses no Vale do Silício para entender a dinâmica de algumas empresas e de que forma elas aplicam a gestão de metas. A obra é direcionada para gerentes, analistas e líderes de RH, C-Levels, consultores e adversos, fundadores de startups e empreendedores.

PODER DAS REDES COLABORATIVAS

O que seria do mundo (e dos negócios) se não fossem as interações entre as pessoas que se reúnem com os mesmos objetivos e interesses? Entender mais sobre essas conexões no universo corporativo é o objetivo do livro “Engage for Business – Como superconectores aceleram negócios por meio de redes colaborativas” (Literare Books International | 175 pp. | R$ 58,90).

Com coordenação editorial de Raphael Saddy, especialista em redes colaborativas e plataformas digitais pelo MIT, e co-autoria de 20 executivos de diferentes áreas de atuação, a obra apresenta diversos casos de sucesso e fatos interessantes sobre como as redes de colaboração influenciam no aumento de valor de uma comunidade. O objetivo é demonstrar a influência das conexões na conquista de resultados e como essas redes vão moldar os negócios no futuro. (Literare Books International | 175 pp. | R$ 58,90)

MINDSET

A adaptação da sociedade aos avanços tecnológicos pode levar mais de 10 anos para ser absorvida tanto no âmbito social, econômico e político. Se a gente focar no mundo corporativo e analisar como as empresas estão reagindo aos avanços tecnológicos, o desafio é ainda maior. Difícil não associar o desenvolvimento da tecnologia nos últimos 25 anos com a derrocada de muitas empresas pelo mundo. O grande desafio, hoje, para as empresas é conseguir superar velhas fórmulas e ter a inovação como ponto central. Muitas empresas sucumbiram quando a palavra de ordem é a disrupção.

Para analisar esse movimento, a Editora Évora lançou o livro “Desconstruindo o mindset e construindo inovação – usando a neurociência para alavancar resultados” (Editora Évora | 120 pp. | R$ 44,90), de Solange Mata Machado. Doutora e mestre em inovação e competitividade pela FGV e com pós-doutorado em neurociência aplicada à tecnologia pela Universidade de Minas Gerais (UFMG), Solange Mata Machado explica que a “inovação significa gerenciar e desenvolver diferentes mindsets para diferentes atividades. As organizações inovadoras são ambidestras quando elas conseguem exploit e explore. Exploit é a capacidade organizacional de focar a eficiência operacional, o «incrementalismo”, criando melhorias contínuas para os negócios atuais. O explore busca novas oportunidades criando novos conhecimentos.

“O primeiro melhora e mantém o que se construiu no passado, enquanto o segundo olha para o futuro”.