COTAÇÃO DE 24/09/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,3430

VENDA: R$5,3440

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,3800

VENDA: R$5,5030

EURO

COMPRA: R$6,2581

VENDA: R$6,2594

OURO NY

U$1.750,87

OURO BM&F (g)

R$301,00 (g)

BOVESPA

-0,69

POUPANÇA

0,3012%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Opinião Opinião-destaque
Crédito: RAFAEL MOTTA / NITRO

André Coutinho*

Para construir a imunidade organizacional durante a pandemia, a biologia precisou sair dos laboratórios e desempenhar um importantíssimo papel nas salas dos conselhos e em todos os locais de trabalho. A saúde tornou-se uma competência essencial em todas as empresas, pois se converteu em base e referência para o equilíbrio da economia e promoção de soluções na área de ciências, valorização e preservação da vida.

PUBLICIDADE

Devido à Covid-19, as questões referentes à saúde, segurança e saneamento passaram a ser mais mencionadas no mundo corporativo. Por outro lado, surgiu uma tensão entre biologia e a economia, na busca para se encontrar o equilíbrio, entre outros fatores, da preservação dos empregos e, ao mesmo tempo, baixo risco de contágio. Com isso, a biologia começa a ganhar destaque em questões relacionadas a produtos e serviços, em maneiras alternativas de trabalhar e, por fim, em novos procedimentos operacionais.

Nesse sentido, para desenvolver a imunidade organizacional no âmbito de modelos operacionais, financeiros e de risco, é preciso acelerar ações com relação à criação de produtos e recursos essenciais para atender às necessidades emergentes de saúde do consumidor, que incluem rastreamento, prevenção, proteção, formas de pagamentos e gerenciamento da saúde. Ademais, dentro das organizações, precisou-se investir em medidas preventivas e detectives, como regras rígidas de distanciamento. Outro ponto que as empresas precisam desenvolver de maneira rápida refere-se à identificação e gerenciamento de mudança dos perfis de alto risco, além da revisão da cobertura e níveis de responsabilidade para a saúde dos funcionários e dos clientes.

As organizações também precisarão orientar seus executivos, no melhor estilo tone-at-the-top, para temas relacionados à saúde, com destaque para as medidas de segurança em todo o local de trabalho. Deverão, ainda, considerar as possíveis reformas de bem-estar exigidas externamente, destinadas a manter os padrões de saúde, de modo a evitar futuras epidemias.

É decisivo que, em decorrência de uma crise como a atual, que todos os setores invistam em medidas de saúde e segurança para clientes e funcionários. O grau de exigência destes investimentos deve ser formalizado e aprovado pela liderança. Quanto mais fora de controle estiver o ambiente, maior será a importância da nova era da biologia.

Para que o assunto esteja cada vez mais no cotidiano das organizações, é necessário avaliar de que forma especialistas, até mesmo profissionais médicos, e parcerias para atender as novas exigências e “vacinar” o local de trabalho. É assim que a biologia estará presente em todos os negócios.

*Sócio-líder de Clientes e Mercados da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!