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Opinião

Conhecimento literário e sabedoria espiritual

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Crédito: Pixabay

“Não podemos deixar de registrar (…)
 o entrelaçamento da nossa história com a religião”.
(Maria Inês Marreco, presidente da Amulmig)

A história da Amulmig é repleta de lances que exaltam os valores humanísticos e espirituais que conferem dignidade à aventura humana. O entrelaçamento do conhecimento literário com a sabedoria espiritual é marca da instituição, que tem como patrono Francisco de Assis. No ato de posse, como acadêmico, de Dom Francisco Barroso Filho, a presidente do sodalício, Maria Inês Marreco focalizou magistralmente essa fecunda ligação da grei literária com as lideranças religiosas, como se vê no texto que tomo a liberdade de reproduzir, face aos sugestivos conceitos expendidos.

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“Nesta Casa cada qual confronta-se com sua respectiva biografia e assume sua responsabilidade social. Sob o teto da morada de Juscelino Kubitscheck de Oliveira, registram-se língua, sentimentos e enigmas que expõem à luz da arte e das letras as mil faces dos nossos sonhos, das nossas alegrias. Encarnando as mais altas virtudes, nasceu o espírito dos religiosos, homens de fé e visão e de vontade férrea, ultrapassando a corriqueira medida humana na construção de monumentos à altura de suas almas. Também na Amulmig temos uma genealogia constituída de origem sedimentada na língua, na história, na religião e na memória. Assim, munidos de tais armas: língua, história, religião e memória, não podemos deixar de registrar, pela palavra, recorrendo à memória, o entrelaçamento da nossa história com a religião. Consta na primeira ata da Amulmig, de 1963, a proposta do Dr. Rogério Alves, 1º vice-presidente, da inclusão do Bispo-auxiliar de Belo Horizonte, Dom Serafim Fernandes de Araújo, para Presidente de Honra da instituição, aceita por unanimidade. Posteriormente, como benemérito, o nome do Arcebispo Dom Walmor Oliveira de Azevedo, seria inserido em nosso quadro. Membros do eclesiástico, igualmente eméritos e notáveis, enlaçam nossos quadros, onde despontam os nomes. Como patronos: Padre Mestre José Joaquim Correia de Melo, Padre Joaquim Lopes Cançado, Dom Silvério Gomes Pimenta, Arcebispo de Mariana, Cônego José Antônio Marinho, Monsenhor José Augusto Dias Bicalho, Padre Manoel Fernandes Pinto Coelho, Cônego Severiano de Campos Rocha, Padre Antônio da Cruz, Monsenhor de Oliveira Barbosa, Monsenhor Trindade, Arcebispo Dom José Gaspar de Afonseca e Silva, Padre Júlio Maria Lombarde, Cardeal Dom Carlos Carmelo, Frei Orlando Alvares da Silva, Padre Geraldo Trindade, Cônego Francisco de Paula Victor, Monsenhor Geraldo Magela, Padre Antônio Curvelo de Ávila, Padre Leandro Rebello Peixoto e Castro, Padre Celso de Carvalho, Cardeal Dom Carlos de Carmelo de Vasconcelos Motta, Padre Luiz Zver, Arcebispo Dom Alexandre Gonçalves Amaral, Cônego Augusto José de Carvalho, Monsenhor Juvenal Arquini e Padre José de Anchieta. Como acadêmicos: Frei Nestor Delvaux Pinto Coelho, Cônego Bueno de Sequeira, Lavras, Cônego Geraldo Mendes Monteiro, Laranjal, Frei Francisco Maria de Uberaba, Uberaba, Arcebispo Dom José Pedro Costa, Serro, Frei Urbano Plentz Ofm, Belo Horizonte, Cônego José Geraldo Vidigal de Carvalho, Mariana-Viçosa, Bispo Dom Belchior Joaquim da Silva Neto, Luz, Padre José Vicente César, Capela Nova, Padre Paschoal Rangel, Manhumirim, Irmã Maria Armanda Capelão Ferreira, Trancoso-Portugal, Padre Tobias Joaquim Zico, Catas Altas do Mato Dentro (Caraça), Irmã Ernestina Remusat Rennó, Itajubá, Padre Euclides José da Silva, São João Del Rei, Frei Pedro Pires Bessa e Monsenhor José de Souza Nobre, Belo Horizonte. E hoje temos a honra e o orgulho de enriquecer essa relação com o nome de Dom Francisco Barroso Filho, Bispo Emérito de Oliveira, fazendo com que a Igreja e a Amulmig cheguem a 2022 laureadas por intensa história. Cientes de que os seres humanos inventaram os rituais, as cerimônias, buscando fortalecer, por meio de formas polidas, o processo civilizatório, impedindo as manifestações de barbárie, instauramos em nosso cotidiano tal ritual, na intenção de, como acadêmicos, vivermos momentos de raro júbilo para nossos associados, agradecendo comovidos a todos os presentes. Obrigada, Dom Barroso, por abrilhantar esta Casa de São Francisco”.

*Jornalista (cantonius1@yahoo.com.br).
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