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Opinião

EDITORIAL | O caminho mais curto

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Ex-presidente tem 45% das intenções de voto para as próximas eleições, aponta a Quaest | Crédito: REUTERS/Amanda Perobelli
Crédito: REUTERS/Amanda Perobelli

Nos contam as pesquisas de opinião, aquelas acreditáveis porque não costumam errar, que, digamos assim, mantidas as condições de temperatura e pressão, o próximo presidente da República será Luiz Inácio Lula da Silva.

Este, obedecendo a um ritual um tanto obsoleto, além de absolutamente falso, ainda não confirmou se será ou não candidato em outubro, embora não restem dúvidas de que é candidatíssimo, até porque ele se comporta como candidato o tempo todo, por exemplo, ao se dedicar explicitamente à escolha de seu vice, o tucano sem ninho Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo. Um tiro no cravo, outro na ferradura, como a escolha de José Alencar, que viabilizou, depois de tantas, a primeira campanha vitoriosa.

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Este é o quadro, mas, antecipam as antenas mais sensíveis de Brasília, o jogo será bastante duro, espécie de vale tudo em que entraria até um supercomputador israelense para espionar, colecionar boas histórias e alimentar as máquinas de fake news, tudo numa ação bem coordenada, com digitais de norte-americanos e outros. No último capítulo o alvo seria o sistema eleitoral, as urnas e o próprio Tribunal Superior Eleitoral. Pela frente, dias movimentados e tristes, em que não se vê sinal e quem esteja pensando, de fato, nas soluções para os problemas do País. Nessa linha, Lula com toda certeza precisa aprender a pisar em ovos.

Ele se preocupa, legitimamente e como a maioria dos brasileiros, com o empobrecimento do País e os males reservados àqueles que menos têm. Procura uma resposta, para agradar ameaça regredir no tempo, riscando alguns pontos de evolução da economia, como a reforma trabalhista, repetindo todo aquele velho discurso de direitos adquiridos e por aí afora. Com quase metade da população trabalhadora de braços cruzados ou fora do mercado formal, isto chega a ser grosseiro. Mudar, principalmente para garantir o pão que falta a tantos, é tarefa que só se cumpre com o fortalecimento da economia, com a criação de condições que garantam e sustentem seu crescimento.

Eis a precondição para que, sem demagogia e sem promessas que não possam ser cumpridas, o fantasma da fome deixe de rondar as mesas de tantos brasileiros. Temos condições para mudar nessa direção, gerando prosperidade e segurança que sejam partilhadas com justiça social. Melhor para todo mundo, melhor para os negócios, melhor para quem quer empreender, melhor para quem preferir a segurança do emprego remunerado. Não é fantasia, é apenas o caminho do bom senso e tal entendimento que só não interessa a quem prefere outro tipo de jogo.

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