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EDITORIAL | Pedido de bom senso

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Crédito: REUTERS/Ricardo Moraes

A pandemia, pelo menos nos países desenvolvidos ou em desenvolvimento, dá sinais de alívio, bem refletido nas estatísticas diárias divulgadas em todo o mundo, Brasil inclusive, em que a cobertura vacinal completa está perto de alcançar 40% da população adulta. São bons sinais, embora médicos e cientistas continuem recomendando que os cuidados possíveis sejam mantidos e que não haja precipitação na volta à normalidade.

Lembram, em resumo, que sabem ainda muito pouco sobre a Covid-19, sua evolução e, sobretudo, as mutações possíveis. Chamam atenção igualmente para o que se passa nos países mais pobres, principalmente na África, fazendo-o talvez não tanto por preocupação com o destino dos povos que vivem no Continente e mais pela certeza de que sua fragilidade representa ameaça potencial para todos.

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Cabe registrar, a propósito, e fazendo referência a um outro comentário publicado neste espaço, que pesquisadores da Organização Mundial da Saúde (OMS) da Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, além de seus equivalentes em países europeus, divulgaram na semana passada nota em que afirmam que faltam evidências comprovadas que justifiquem, agora, a aplicação de uma terceira dose da vacina, chamada reforço, na população mais idosa. Garantem, ao mesmo tempo, que imunização como vem sendo feita continua eficaz contra o SarsCoV2. Essa mesma discussão, como é sabido, chegou também ao Brasil, onde avançam providências para aplicação imediata de uma terceira dose nos mais idosos.

A julgar pelos novos elementos agora apresentados, muito mais prudente – e eficaz – será avançar na vacinação, elevando o mais rapidamente possível a cobertura com as duas doses recomendadas.

Na mesma direção aponta o comunicado que serve de referência para este comentário. Em síntese, ele diz que os estoques de vacina atuais poderão salvar mais vidas se destinados a populações ainda não vacinadas. Melhor que seja por solidariedade, com a consumação do já prometido apoio às populações mais pobres, mas pode ser também por pragmatismo, ainda que eivado de egoísmo, diante do risco potencial representado pelas populações deixadas à margem, na eterna situação de abandono.

Quanto ao Brasil nos parece suficiente apontar o exemplo de São Paulo, entre os mais avançados no processo de vacinação e voltado agora para a dose de reforço, será suficiente lembrar que parte da população local entre 20 e 60 anos ainda não recebeu as duas doses. Difícil nos parece discordar que por enquanto esta é a tarefa a ser cumprida.

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