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EDITORIAL | Sinais de pacificação

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Crédito: REUTERS/Adriano Machado

Desacerto com aparência de acerto é algo que parece muito em moda ultimamente em Brasília e a partir do Palácio do Planalto. Lá foi concebido, no Gabinete Civil e às pressas, dizem, um plano que recebeu o nome de Pró-Brasil, destinado a incrementar obras públicas, gerar empregos e dessa forma apagar, ou quase, os efeitos da pandemia sobre a economia.

Tudo certo, tudo definido, supõe-se, porém sem o detalhe fundamental do “de acordo” do ministro Paulo Guedes. Este não compareceu nem mesmo à solenidade de apresentação do plano, algo interpretado como início de mais um processo de fritura. Depois dos ministros da Saúde e da Justiça, Guedes seria o próximo, entrando então na fila a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, muito bem avaliada pelo trabalho que realiza.

Numa terra onde os imprevistos foram incorporados à rotina e surpresas fazem parte do cotidiano, as avaliações feitas no parágrafo anterior foram apagadas, numa daquelas improvisadas entrevistas – não raro monólogos – do presidente da República nos portões do Palácio da Alvorada, quando reafirmou que seu ministro da Economia, Paulo Guedes, que estava ao seu lado, continuava sendo no seu governo a palavra final em se tratando de política econômica. Só não deu, e nas circunstâncias teria sido importante, o prazo de validade de sua afirmação.

Em tese, uma pá de cal sobre as especulações em Brasília e, por suposto, sinal de que não haveria espaço para disputas ou desencontros numa área hoje ainda mais sensível. E Guedes não perdeu tempo para ocupar o espaço que lhe foi destinado.

Em encontro virtual com empresários, disse que a recuperação da economia não será financiada com recursos públicos, simplesmente porque a capacidade de gastar do Estado se exauriu, antecipando que o déficit fiscal no exercício poderá passar dos R$ 600 bilhões. Para ele, e com razão, a solução está na simplificação e na desburocratização, que se traduzam em ganhos de eficiência tanto para o setor público quanto para o privado, na ponta, abra espaço para mais investimentos.

Em tese, corretíssimo, mas fica a impressão de que o ministro da Economia está subestimando o tamanho do buraco que está sendo aberto nestes dias na economia brasileira, e consequentemente a quantidade de terra, ou dinheiro no caso, que será necessário para tapá-lo. A menos que se imagina que o País regredirá e assim permanecerá.

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