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Opinião

Juízo no presente para colhermos no futuro

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Crédito: Pixabay
*Empresário, um dos idealizadores do Movimento Brasil Eficiente (BEM), membro do Conselho Superior de Economia da Fiesp e do Conselho Empresarial da América Latina (Ceal).
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Crescimento depende da competitividade da economia. Por isso, são fundamentais os esforços, nos últimos anos, para melhorar o ambiente de negócios, e mais ainda, a consciência do muito que ainda há por fazer, especialmente as reformas micro e macroeconômicas.

O atraso na implementação das medidas necessárias acaba impactando fortemente a produtividade. O Brasil não consegue acompanhar o crescimento de seus pares, como China e Índia, muito menos dos países desenvolvidos por essa razão.

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O Observatório da Produtividade, do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, levantou que a produtividade do trabalhador brasileiro por hora trabalhada vem caindo 0,4% ao ano, desde 2013. Também alerta que para aumentar a renda da população é essencial melhorar a produtividade. Os estímulos casuais do consumo, que temos visto nos últimos anos, permitem apenas recuperações cíclicas Crescimento sustentado depende de investimentos, em níveis adequados e regulares. São eles que permitirão o crescimento da produtividade e do PIB potencial.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destaca a importância de reformas para estimular o crescimento econômico. O brasileiro Otaviano Canuto, diretor do Center for Macroeconomics and Development em Washington, também alerta que “o Brasil tem um problema estrutural que é a combinação entre a anemia da produtividade e a obesidade do setor público”. Recomenda gastar menos em emendas parlamentares, em remuneração do setor público e em benefícios fiscais, reconfigurando o gasto público.

A escolha é nossa e a pressa é nossa. Mais juízo no presente para colhermos no futuro, ou menos responsabilidade no presente e conta alta para pagar. Senso de urgência, que abandonamos há muito, faz parte da fórmula.

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