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Crédito: REUTERS/Bruno Kelly

Tilden Santiago*

Há mais de 20 anos um jovem estudioso, mineiro iluminado, me revelou Noanm Chomsky (hoje com 92 anos). Agora, um primo amigo, médico(68), inteligente, perspicaz, zeloso com os pacientes desde o Projeto Rondon, me envia de Vitória (ES) um dos melhores artigos sobre a atual conjuntura internacional, do grande pensador, suscitada pelo aprofundamento da crise, com o coronavírus.

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André! Gilmar! Ambos espiritualistas e amantes de Chomsky, da ciência, da verdade, da solidariedade, tão relegadas a escanteio no Brasil de nossos dias.

Na visão de Chomsky, “coronavírus é algo sério o suficiente, mas há algo mais terrível se aproximando”. Na sua opinião, se deixarmos nosso destino com sociopatas bufões, será o fim. E isso estaria, segundo ele, próximo: Trump é o pior por causa do poder dos EUA, que é esmagador. Mas não é só ele, tem seus discípulos e seguidores, dentro do novo populismo, que eles chamam de liberalismo democrático.

O foco do pensador é o surgimento de “sociopatas bufões”, liderando as nações. Chomsky está longe de reduzir o seu pensamento a uma dicotomia da saúde com a economia, mas vai direto ao alvo principal: o poder e quem o ocupa.

Essa expressão “sociopatas bufões”, para não dizer loucos e palhaços, reflete as piadinhas fora de hora, num contexto de dor e aflição do nosso povo: gripezinha, resfriadinho, por acaso sou coveiro (?). Se há quem ri, o bravo amigo, prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, chora.




É a indiferença e desrespeito com idosos, coveiros, doentes e com os que vão morrer. Só falta eles cobrarem das vítimas da crise e do coronavírus, o que diziam a César, nas arenas: Ave Caesar, morituri te salutant.

Chomsky analisa a crise e o coronavírus, dando relevância ao contexto de duas ameaças, que pairam sobre a terra e a humanidade: o risco de uma guerra nuclear e a intensificação do aquecimento global.

O pensador, um profeta-cientista-laico, acrescenta às duas ameaças a prolongada deterioração da democracia, sem a qual, não escaparemos da barbárie e do caos. Mas essa é outra história para os próximos artigos.

*Jornalista, embaixador e sacerdote itinerante

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