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Opinião

Pecados capitais (II)

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Crédito: Freepik

“Um livro que se propõe a ser um guia na viagem de autodescobrimento.” (Tânia Mara Costa)

Concluo hoje a apresentação do prefácio que fiz do livro “Os Sete Pecados Capitais nas Organizações”, da psicóloga e consultora Tânia Mara Costa, diretora da “Plêiades Desenvolvimento Humano – Consultoria e Treinamento Empresariais” e, também, diretora tesoureira da Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais. O livro foi lançado a precisos dezenove anos, dia 2 de setembro de 2002, em BH, durante o Seminário Internacional “Pecar para Vencer”, assistido por quase mil executivos. Este o trecho restante do prefácio:

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“O Teatro da Qualidade, empreendimento pioneiro, da Plêiades, conquistou as comunidades de trabalho. Foi aí que a Tânia psicóloga, empresária e educadora passou a acumular, de repente, com perfeita adequação ao papel, a condição de autora, cenógrafa, produtora, diretora teatral, dando ainda, por vezes, de quebra, uma de contrarregra e sonoplasta.

É desse cenário esfuziante em que a Tânia se desloca com desenvoltura, firmeza e familiaridade, aplicando, como consultora, com mestria, os dons de uma formação humanística comprometida com a celebração da vida, que brota agora este interessante ‘Os sete pecados capitais nas organizações’. O que é mostrado, nos bem digitados textos, é aquilo que amigos e admiradores da autora já conhecem de cor e salteado: atrás dos conceitos e lições trazidos ao nosso deleite e conhecimento existe um esplêndido ser humano. Alguém que conta suas experiências para viver melhor e que sabe trazer um testemunho útil de ricas aquisições. Alguém que procura, na linha da proposta do genial Érico Veríssimo, acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo. Que baita diferença a maneira de atuar da consultora Tânia do modo de agir de um tipo muito manjado de profissionais do ramo, alçados, nestes tempos tecnocráticos, de frio utilitarismo, à crista da onda! É fácil desenhar-lhes o perfil. Consultores pedantes, despojados de humanismo. Costumam deixar escombros sociais à tempestuosa passagem. Desconhecem, nos processos de reengenharia que proclamam estar implantando, a essência da cultura profissional trabalhada, ou seja, o próprio ser humano. Camuflam o despreparo intelectual com linguajar técnico rebuscado e vocábulos estrangeiros carregados de pernosticismo, na tentativa de vender para terceiros desavisados uma imagem erudita de craques em matéria de projetos de reformulação gerencial. Bom para eles seria se pudessem passar por uma reciclagem nos cursos que a Tânia Mara promove.

Dou-me conta, a esta altura, que é hora de encerrar este papo prefacial. Despeço-me com um conselho fraternal aos que estão começando a folhear o livro. Retirei-o de uma expressão latina, encaixada evidentemente noutro contexto, utilizada por ninguém nada menos do que Santo Agostinho. ‘Tolle, lege’. Pega e lê logo! As duas primeiras palavras são do Santo. O ‘logo’ é deste pobre escriba, desajeitado prefaciador e confesso pecador.”

Vez do leitor. A propósito do artigo “O retorno dos talibãs” Orlando Almeida encaminha-nos a seguinte mensagem: “Assolado pela terrível Pandemia, o mundo, dito civilizado, vê estupefato, o retorno do Talibã ao poder no Afeganistão. Em sua coluna, com o costumeiro brilho de texto você demonstrou o que este retorno representa para o sofrido povo do país, o que é atestado pelas imagens impactantes que provocam comoção e indignação a todos. Mesmo com o fim do prazo para a retirada das tropas dos EUA e dos seus cidadãos e de outros países, a situação está longe de possibilitar dias melhores para a população, tudo agravado pelos atos de terror do Estado Islâmico, que resultou no massacre ocorrido no aeroporto e seu entorno. Que Deus, na sua infinita misericórdia, olhe pelo povo do Afeganistão.”

*Jornalista ([email protected])
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