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SOS Mata Atlântica

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Crédito: Evandro Rodney - Agência Minas

“A floresta em torno das nascentes é essencial  para garantir a quantidade de água.” (Márcio Reis Rosa, coordenador do Projeto “MapBiomas”)

Nem todo mundo, mesmo entre gestores de órgãos institucionalmente inseridos nos esquemas de preservação do meio ambiente, tem consciência plena da importância vital da Mata Atlântica no processo que assegura conforto e bem-estar aos brasileiros.

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Estudo recentemente divulgado revela os efeitos produzidos por esse bioma, o mais ameaçado do Brasil, nas atividades relacionadas com o abastecimento de água, o fornecimento de energia elétrica, produção de alimentos e o saneamento básico em áreas povoadas. Imagens obtidas por satélite, num mapeamento inédito da Mata Atlântica, trazem informações circunstanciadas a respeito do que, ao longo de três décadas, vem acontecendo nos territórios abrangidos pela Mata Atlântica. Da cobertura vegetal original resta hoje apenas um quarto. A área corresponde ao que foi ocupado por pastagens. Outras atividades econômicas respondem por quase 40% do espaço.  O levantamento constatou ainda o seguinte: as florestas que asseguram proteção às nascentes e às margens dos rios existentes na Mata Atlântica permanecem praticamente inalteradas, representando, na hora presente, 25% da cobertura vegetal do bioma. Tal registro nunca deixou de suscitar preocupação. A situação de risco vai se fazendo, com o rolar dos anos, ainda mais grave, a se levar em conta o crescimento populacional e a demanda, via de consequência, cada vez maior de água e energia.

A séria ameaça enfrentada pode ser resumida na explicação dada ao “Jornal Nacional” pelo coordenador do Projeto “MapBiomas”, Márcio Reis Rosa: “A floresta em torno das nascentes é essencial para garantir a quantidade de água, mas ela tem também um efeito de filtrar o sedimento que chega no rio. Então, sem essa floresta a gente está falando de rios mais poluídos, com mais sedimentos e isso vai para dentro dos reservatórios, vai diminuir vida útil dos reservatórios que abastecem as cidades e que geram energias”.

É função primordial da Mata Atlântica manter o ciclo hidrológico e ajudar os rios a minimizarem o impacto das mudanças climáticas, como lembra Malu Ribeiro, dirigente do “SOS Mata Atlântica”.

Diante das evidências de que a cobertura de vegetação nativa vem sofrendo redução nas bacias dos rios Grande e Paraná, em função de desmatamento, seca e falta de chuva, é fácil imaginar as proporções das ameaças que rondam o bem-estar de parcela considerável da população brasileira.

Vez do leitor. Comentário do leitor Pedro Sérgio Lozar, sobre o artigo: “Saci-pererê e “Halloween” (DC 31.07). “Prezado jornalista Cesar Vanucci,concordo da primeira à última palavra.  Evito considerações, dispensáveis pelo seu conhecimento da questão. E revolta-me, sobretudo, o descalabro que empobrece o idioma nacional com a mania do estrangeirismo. Desconheço vozes de largo alcance que protestem contra essa vergonha. Além dos termos correntes nos meios de comunicação, já não aparecem produtos com nomes brasileiros, e ainda eventos, mesmo oficiais, serviços, conceitos ― verdadeira consagração da nossa invencível mentalidade de colônia.  Ingenuamente escrevi à Academia Brasileira de Letras, na suposição de que se interessam pelo idioma nacional, sugerindo ao sodalício desfechar uma campanha em sua defesa.  kkkkkk!  nem resposta…  A ABL não está nem aí para a língua portuguesa, como de resto não estão as instituições similares, e imprensa, rádio, televisão… Parece que o assunto é tabu, pois ninguém o levanta. Seria muito bom que pessoas como você, que zela pelas nossas coisas, tivessem coragem para iniciar um movimento em prol do nosso idioma, que, como está indo, acabará perdendo a sua feição característica e única. O tal “acordo ortográfico” é inútil e absurdo, em especial pelo modo como trata do hífen e do trema. E nós aceitamos esse monstrengo! Grato pela atenção, cumprimenta-o.”

*Jornalista ([email protected])
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