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Vacina: uma obrigação com a coletividade

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Crédito: Luiz Pessoa / SEI

 O movimento nas lojas cresce na proporção em que o número de vacinados contra o novo coronavírus (Covid-19) aumenta. Em Minas Gerais, mais de 14 milhões de adultos já foram imunizados com a primeira dose, enquanto mais de 30% da população está completamente protegida. Assim, a confiança do empresário do comércio, ao menos na capital mineira, retomou ao patamar de otimismo. Mas, como reverter a desconfiança do consumidor e acelerar a retomada da economia?

Um levantamento recente realizado pela Fecomércio MG mostrou que 58,2% dos estabelecimentos comerciais do Estado tiveram ou ainda registram queda em suas receitas. De acordo com 58,8% dos empresários do setor, a pandemia de Covid-19 também causou prejuízos como falta de recursos em caixa e problemas de liquidez em seus negócios. Os números preocupam, afinal, o comércio de bens, serviços e turismo é responsável por 67% das riquezas geradas em Minas Gerais.

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Por outro lado, 64,1% dos empresários do setor afirmaram que suas empresas conseguirão se manter caso enfrentem uma nova onda da pandemia. A confiança se apoia nos indicadores da doença no Estado, como a taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19. No início deste ano, no auge da pandemia, esse percentual ultrapassou 90% em Minas Gerais. Agora, aproxima-se de 30%. Além disso, de acordo com dados divulgados na quarta-feira (15/09) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), a média móvel de óbitos encontra-se em 63 registros diários, com tendência de estabilidade.

Se a imunização contra o Covid-19 se apresenta como a principal solução para a retomada da economia, ainda afetada pelo comprometimento da renda e o aumento geral dos preços, é preciso que todos façam sua parte. A Fecomércio MG tem defendido que o sucesso das ações e dos esforços em favor de seus 580 mil representados depende da vacinação de todos contra o novo coronavírus.

Além de garantir a saúde do indivíduo, a vacina é uma obrigação ética com a coletividade. De acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF), as convicções individuais, morais e filosóficas individuais não podem se sobrepor aos interesses coletivos. Por isso, o trabalhador que se recusar a tomar vacina poderá sofrer punições prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Até o momento, o comércio de bens, serviços e turismo de Minas Gerais tem seguido a linha da conscientização, sugerida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). Porém, caso não haja justificativa médica para a recusa do funcionário, a empresa pode adotar as sanções previstas na legislação trabalhista, variando desde uma advertência até a demissão por justa causa.

A Fecomércio MG conclama o setor terciário a orientar, educar e informar seus colaboradores sobre os benefícios da vacinação e a necessidade de se manter os protocolos sanitários. Seguimos fazendo a nossa parte enquanto Federação e Sindicatos Empresariais, divulgando materiais orientativos sobre o tema e participando de movimentos em favor da imunização. Afinal, somente assim, iremos garantir a retomada definitiva da economia, alicerçada pela confiança de empresários e consumidores.

A luta contra o Covid-19 requer o engajamento de empresários e trabalhadores. Vamos juntos garantir que a saúde e a economia se fortaleçam em Minas Gerais.

*Presidente interina da Fecomércio MG | [email protected]
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