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Ambiente favorável atrai investidores para Minas

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Investimentos do setor privado anunciados em Minas Gerais somam R$ 118 bilhões desde de o início da gestão Romeu Zema | Crédito: Divulgação

Terceira maior economia do País, Minas Gerais se destaca na atração de investimentos, mesmo em meio à crise econômica imposta pela pandemia de Covid-19. Se antes do desaquecimento econômico global causado pelo vírus, o Estado tinha como principal desafio a diversificação dos setores, agora foca também no fortalecimento das cadeias produtivas.

Em ambas as estratégias, o desenvolvimento de um ambiente de negócios favorável permanece como principal instrumento para a conquista e manutenção de importantes projetos.

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E os resultados acontecem. Mesmo batendo recorde histórico de investimentos em 2019 – quando o Estado atraiu R$ 55,9 bilhões – e alcançando o volume de R$ 32 bilhões em aportes em 2020 – apesar dos impactos da pandemia -, tudo indica que 2021 vai superar o somatório de ambos os exercícios.

A aposta é do diretor-presidente da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior do Estado (Indi), Thiago Toscano. “Estamos com uma enxurrada de investimentos. A pandemia prejudicou muitas empresas, principalmente os pequenos e médios negócios. Mas muitas companhias já estão mirando o longo prazo e traçando planos para daqui a cinco ou a dez anos, a partir não apenas das vocações setoriais do Estado, mas entendendo e se interessando pelo ambiente de negócios favorável de Minas Gerais”, revela.

Recente levantamento divulgado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) mostrou a atração de mais de R$ 100 bilhões em investimentos privados desde o início da gestão de Romeu Zema (Novo). Agora, o montante já chega a R$ 118 bilhões.

Toscano lembra que o trabalho do atual governo visa à tão almejada diversificação econômica de Minas Gerais, mas também o fortalecimento da cadeia produtiva e de fornecedores já localizados no Estado. Para isso, as estratégias são divididas entre setoriais e atrativas, considerando as vocações das cidades mineiras e, ao mesmo tempo, as oportunidades que chegam a partir das mudanças tecnológicas e comportamentos de consumo.

“A Amazon anunciou recentemente a construção de um centro de distribuição (CD) com aportes de R$ 120 milhões; a Vale está investindo R$ 7 bilhões no alteamento das barragens. Devemos considerar apenas o investimento ou o valor agregado e as oportunidades que cada um destes projetos trazem?”, questiona, evidenciando a nova estratégia de mensurar os investimentos estratégicos para o Estado.

Pilares – De toda maneira, para que Minas seja convidativa e não apenas atraia, mas também mantenha os investimentos, o Indi também precisa focar na competitividade, seja ela estrutural, fiscal, financeira ou social. Para isso, o diretor-presidente da Agência contou que são trabalhados quatro pilares: infraestrutura, desburocratização, mão de obra e qualidade de vida.

Na infraestrutura, importante iniciativa diz respeito ao Rodoanel Metropolitano, que promete desafogar o trânsito no Anel Rodoviário de Belo Horizonte e consolidar-se como mais uma importante via de escoamento. Na desburocratização, o Avança Minas apresenta uma série de medidas de desburocratização e simplificação de processos. No quesito formação de obra, há um mapeamento com intuito de negociar a vinda de empresas a partir também da disponibilidade de profissionais capacitados. 

Por fim, Toscano falou sobre a qualidade de vida. “Um trabalhador quando muda de cidade, busca bons serviços de educação, saúde e entretenimento. Já perdemos investimentos por não oferecer tais condições. Mas, hoje temos custo de vida mais baixo do que o de São Paulo, segurança melhor que a do Rio de Janeiro e políticas públicas melhores que as de ambos”, justificou.

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