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Guedes: reforma é o 1º ataque potente às despesas públicas

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Rio – O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou na sexta-feira que a reforma da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro é o primeiro ataque potente às despesas públicas, afirmando que a expectativa é que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada na última quarta-feira (20) seja aprovada ainda no primeiro semestre.

Em discurso na posse da nova presidente do IBGE, Susana Cordeiro Guerra, no Rio de Janeiro, Guedes afirmou que o governo está otimista quanto à aprovação do texto, estimando que o sistema previdenciário como está estruturado hoje deve registrar um déficit de R$ 370 bilhões neste ano.

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“A reforma da Previdência é o primeiro ataque potente no ajuste fiscal porque é a grande rubrica das despesas públicas”, afirmou Guedes. “Nosso endividamento está chegando a R$ 4 trilhões e isso é uma ameaça a aposentadorias futuras, Bolsa Família e a todas as políticas públicas de transferência de renda que queremos fazer.”

No autógrafo do Orçamento de 2019 pelo Congresso, o déficit geral foi estimado em R$ 305,6 bilhões, composto por um rombo de R$ 218 bilhões do Regime Geral de Previdência Social, além de um resultado negativo em R$ 44,3 bilhões para servidores públicos civis e em R$ 43,2 bilhões para militares.

Guedes voltou a dizer que os presidentes da Câmara e do Senado têm dito que vão dar seu apoio à mudança nas regras para a aposentadoria. E destacou que tem experimentado Brasília “com ventos de otimismo”, com Poderes que querem trabalhar juntos.

“Claro que estou otimista para (a reforma ser aprovada) ainda no primeiro semestre”, completou ele a jornalistas.

IBGE – Guedes defendeu a venda de ativos do IBGE para viabilizar o financiamento do Censo Demográfico de 2020, avaliando também que o levantamento pode ser simplificado.

O ministro destacou que o IBGE tem muitas sedes e faltam recursos orçamentários no governo para atender a tantas demandas no País.
“O censo é importante e vamos tentar avançar, e vou pedir à gestão (do IBGE) que faça um sacrifício e venda seu prédio em vez de ficar com vista para o mar. Não pode faltar dinheiro para Censo e sobrar prédio, disse ele durante a posse da nova presidente do IBGE, Susana Guerra, referindo-se ao prédio no Rio de Janeiro com vista para o Pão de Açúcar.

“Tem pergunta demais. Façamos um censo compacto e bem legal”, acrescentou o ministro, após ressaltar que considera o censo importante.
Concebido para ser a principal fonte de referência das condições de vida da população em todos os municípios do País, o censo é realizado a cada dez anos e teve sua última edição publicada em 2010.

O orçamento demandado pelo IBGE para o Censo de 2020 é de cerca de R$ 3,5 bilhões, e prevê a contratação de 200 mil recenseadores que cobrirão todos os municípios brasileiros – aproximadamente 5.700 cidades.

Nos últimos anos o IBGE tem sofrido contingenciamento de recursos que vem afetando a regularidade de algumas pesquisas mais amplas e onerosas. Outro problema tem sido a redução no quadro de funcionários próprios e o aumento de terceirizados.

“O desafio de enfrentar um censo nessas condições vai ser monumental. Nossa prioridade vai ser o censo e vamos usar os recursos possíveis pensando na situação fiscal do País para entregar um censo aderente às modernas práticas”, explicou a nova presidente do IBGE. (Reuters)

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