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Política

Onda roxa é prorrogada por uma semana na maior parte do Estado

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Crédito: REUTERS/Pilar Olivares

Por pelo menos mais uma semana, a onda roxa, classificação do programa Minas Consciente que abrange as medidas mais restritivas relacionadas ao combate à Covid-19 em Minas Gerais, deverá ser seguida em 12 das 14 macrorregiões de saúde do Estado. A decisão foi tomada ontem pelo Comitê Extraordinário Covid-19.

O anúncio sobre a onda roxa também dá conta de que a macrorregião de Saúde Triângulo Sul e as microrregiões de Taiobeiras, Montes Claros/Bocaiúva e São Gotardo poderão passar para a onda vermelha – menos rígida – na próxima segunda-feira (12) caso o monitoramento feito até amanhã (9) não indique piora dos números relacionados à contaminação da doença.

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Já o toque de recolher, que limitava a circulação de pessoas entre as 20h e 5h, por sua vez, foi finalizado. Entretanto, foram tomadas medidas mais rígidas que impactam os setores de bares e restaurantes, com a proibição da retirada dos produtos em balcão, das 20h às 5h.

Diante de todo esse cenário de prorrogação da onda roxa na maior parte do Estado, representantes de entidades consultadas pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO destacaram a importância de medidas governamentais para que seja possível reverter toda essa situação. Exemplos disso, de acordo com eles, são uma maior fiscalização de aglomerações e a viabilização de recursos para os empresários.

“As prefeituras têm de fiscalizar fortemente a realização de festas, por exemplo. Estamos em uma situação muito crítica. A prorrogação da onda roxa é algo complicado. Se os infectologistas apoiam, não tem porque não apoiarmos. Mas os governos precisam ser mais rígidos na parte da fiscalização para sairmos mais cedo dessa situação”, aponta o superintendente da Associação dos Lojistas de Shopping Centers de Minas Gerais (AloShopping), Alexandre França.

Presidente da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), José Anchieta ressalta a relevância de o Estado viabilizar recursos e caminhos para os empresários, que precisam de capital de giro para sobreviver.

De acordo com ele, o momento é de “investir em racionalidade, valorização da ciência e cobrar ação responsável e harmônica das autoridades”.

Para Anchieta, cabe às autoridades dizer se os fechamentos são ou não necessários, mas também cabe a elas viabilizar os recursos resultantes desses fechamentos.

“Os estabelecimentos estão fechados, os empregados estão em casa e têm que receber salário, o empresário precisa pagar as contas”, destaca.

Bares e restaurantes

O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel MG), Matheus Daniel, por sua vez, chama a atenção para a falta de previsibilidade em relação aos fechamentos/reaberturas das atividades.

“A falta de previsibilidade é o que mais prejudica. Nunca se sabe o que vai fazer”, afirma ele.

Sobre a proibição da retirada de produtos em balcão entre 20h e 5h, Matheus Daniel ressalta que qualquer restrição imposta ao setor é danosa. “Não justifica, já que nos supermercados está liberado”, diz ele.

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