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Política

O segundo turno de uma eleição presidencial é uma boa oportunidade para que o eleitor analise melhor as propostas de cada candidato para os próximos quatro anos no País. E se depender dos planos de governo dos dois postulantes ao cargo mais importante da República, o crescimento do mercado de criptomoedas, a necessidade de regulamentação e outros assuntos da chamada “nova economia” serão ignorados em favor de ações e práticas tradicionais, que mantém o Brasil atrasado em relação a outros países.

Não há um item sequer nos programas de governo de Jair Bolsonaro e de Fernando Haddad que tratam da regulamentação das moedas virtuais, nem como possibilidade de avaliação.
Para o diretor da Bitcointoyou, Alexander Horta, o País perderá mais uma oportunidade de acompanhar o que está se discutindo no mundo e se preparar para uma tecnologia que vai influenciar a vida de todos em um futuro próximo.

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“Muitos países do mundo, como Alemanha, Japão, França e Canadá, já implementaram normais gerais e partem agora uma a elaboração de regras mais específicas para o mercado de criptomoedas. O Brasil é um dos maiores mercados de moedas virtuais no mundo, com mais de 5 milhões de investidores, e tem condições de acompanhar essa tendência mundial e até liderar a implementação das moedas virtuais na América Latina”, considera Horta.

O candidato Bolsonaro faz uma leve menção de uma modernização do mercado financeiro no item “Aumento da Produtividade”, que propõe “Ampla requalificação da força de trabalho para as demandas da ‘nova economia’ e tecnologias de ponta (4ª revolução industrial)”, mas sem apontar quais demandas receberão esses novos trabalhadores.

Fernando Haddad usa o termo “reforma bancária” em seu programa, baixar taxas de juros e oferecer mais crédito por meio do aumento da concorrência bancária, mas explica em seguida que a mudança se dará “pelo fortalecimento dos bancos públicos”, sem uma reformulação do sistema bancário.

“Fechar os olhos para o que está acontecendo no mundo é fazer com que o País permaneça atrasado em novas práticas e tecnologias em relações a economias bem menores do que a nossa”, considera Horta.

Há três anos, o Projeto de Lei 2.303/2015, de autoria do deputado Áureo Ribeiro (SD/RJ), tramita no Congresso para discutir a implantação de uma legislação específica para as criptomoedas no País, mas a discussão não evoluiu. A esperança é de que o assunto volte a ser apresentado na próxima legislatura, que será iniciada em janeiro de 2019.

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