Com preços em alta, Apple terá assinatura para iPhone nos EUA

Novo programa de leasing Apple Upgrade permite assinar iPhones, Macs, iPads e Apple Watches para tornar produtos mais acessíveis
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Com preços em alta, Apple terá assinatura para iPhone nos EUA
Foto: Reuters/Kent J. Edwards

O Apple Upgrade, novo programa de leasing da Apple, permite assinar iPhones, Macs, iPads e Apple Watches nos EUA. Com preços de produtos em alta, devido à crise de chips de memória, a opção é uma forma de tornar os aparelhos mais acessíveis.

Clientes poderão contratar o leasing em lojas, pela internet e no aplicativo Apple Store. iPhones e Apple Watches terão contratos de 12 ou 24 meses, enquanto Macs e iPads poderão ser “alugados” por 24 ou 36 meses.

Plano mais barato para iPhone custa US$ 17,99 por mês. O antigo programa de troca de iPhones da Apple começava em cerca de US$ 42 mensais e permitia substituir o aparelho após 12 pagamentos.

A lista de preços de iPhones

  • iPhone 17e – a partir de US$ 17,99/mês (cerca de R$ 92)
  • iPhone 17 – a partir de US$ 22,99/mês (cerca de R$ 118)
  • iPhone Air – a partir de US$ 28,99/mês (cerca de R$ 148)
  • iPhone 17 Pro – a partir de US$ 31,99/mês (cerca de R$ 164)
  • iPhone 17 Pro Max – a partir de US$ 34,99/mês (cerca de R$ 179)

Apple substitui o programa anterior, restrito a iPhones, por uma opção que inclui mais produtos. Modelos mais baratos, como iPhone 16, MacBook Neo, iPad básico e Apple Watch SE, não participam da iniciativa.

No fim da assinatura, o contratante devolve o aparelho ou fica com ele, mediante o pagamento de uma taxa adicional. Outra opção é renovar o leasing e pegar um novo dispositivo.

Alta de preços pressiona troca de aparelhos

Apple elevou em junho os preços de parte dos Macs e iPads devido à escassez de memória. A demanda por centros de dados contribui para a falta desses componentes.

Consumidores americanos também têm mantido celulares por mais tempo. Usuários ficam, em média, 22 meses com o aparelho nos EUA, apontou uma pesquisa da Reviews.org divulgada no ano passado.

Analistas esperam que a próxima geração de iPhones tenha preços maiores. Mike Howard, vice-presidente da consultoria TechInsights, disse: “Devemos começar a pensar em um iPhone de US$ 1.500, em vez de um iPhone de US$ 1.000 ou US$ 1.200”.

Programa estreia antes do lançamento esperado de novos iPhones em setembro. A Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável, que pode ser o smartphone mais caro da empresa.

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