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Turismo
As atividades de lazer serão realizadas nas áreas externas, respeitando o distanciamento e as normas vigentes | Crédito: Divulgação

Depois de quase dois meses fechados, os resorts do Grupo Tauá de Hotéis começam a receber hóspedes novamente. A retomada, feita em etapas, começa hoje na unidade de Caeté, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Na região do Alto Paranaíba, o Grande Hotel de Araxá e, em Goiás, o Tauá de Alexânia, retomam as atividades no dia 5 de junho.

Já o Tauá de Atibaia (SP), que também abriria em 15 de maio, aguarda o fim do período de isolamento imposto pelo governo do Estado de São Paulo, que vai até 31 de maio e poderá ser prorrogado.

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De acordo com o diretor de Operações da rede, Felipe Castro, ao longo do período de quarentena, a rede se preocupou em estabelecer um plano detalhado de retomada das atividades que garantisse a segurança de colaboradores e hóspedes. A ação foi dividida em quatro fases e vai respeitar os indicadores e orientações fornecidos pelas autoridades de saúde de cada estado e município das respectivas unidades.

“Criamos um comitê de crise muito antes da chegada do vírus ao Brasil, na tentativa de entendermos o que estava acontecendo no mundo e anteciparmos as medidas que deveríamos adotar. Tínhamos a certeza de que quanto mais cedo agíssemos, mais cedo poderíamos voltar às nossas atividades. A primeira medida foi afastar nossos colaboradores que fazem parte do grupo de risco, também criarmos estratégias de comunicação específicas para o momento e fazer o fechamento das unidades. Estamos entre os primeiros a tomar essa atitude. Não foi fácil, mas era necessário e avaliando o cenário atual foi a melhor coisa a ser feita”, explica Castro.

A retomada das atividades começa com a abertura de Caeté, com apenas 20% da capacidade e atividades restritas. As atividades de lazer serão realizadas nas áreas externas, respeitando o distanciamento e as normas vigentes. A Fazendinha do Toninho Cowboy, em Caeté, funcionará com agendamento e limitação de capacidade de pessoas.

Na fase seguinte, haverá serviços com limitação de capacidade e pré-agendamento. Será liberada nos resorts a capacidade de ocupação de 50%; as piscinas internas aquecidas, bares internos, cinema, academia, quadras poliesportivas, Jota City, Tauá Aquapark Indoor, espaço kids, salão de jogos e boliche funcionarão com agendamento de horário e limitação da capacidade de pessoas.

Na terceira fase, a liberação de capacidade da ocupação subirá para 75% e continuará com os ambientes internos com limitações de entrada e agendamento de horários. E, na última fase, todos os resorts terão os seus serviços funcionando normalmente e serão adaptados ao contexto pós pandemia.

“Nesse momento, segurança e credibilidade são fundamentais. Fizemos um investimento forte em equipamentos e treinamento. Precisamos garantir que todos estejam seguros e se sintam confortáveis para se hospedar e trabalhar nos nossos resorts. Ao todo, investimos R$ 400 mil na compra de equipamentos como máquinas de ozônio para a desinfecção dos ambientes e a instalação de pontos de álcool em gel – só em Caeté são 80 -, entre outros itens”, pontua o diretor de Operações do Grupo Tauá de Hotéis.

Medidas de segurança – Para os colaboradores do Grupo, as principais medidas de segurança que serão adotadas são: a temperatura será medida em cada turno de trabalho, caso seja superior a 37,5°C, a orientação é para que retorne para casa e avalie a necessidade de cuidados médicos; todos receberão um kit com máscaras, álcool em gel e uma cartilha com as Boas Práticas Grupo Tauá – Covid-19, além de extensivos treinamentos e utilização de pulverizadores de desinfecção nas áreas externas e meios de transporte utilizados pelos funcionários.

Outro foco dos gestores da rede era entender a retomada das operações como uma ação de negócio. Quais seriam os parâmetros utilizados para sustentar a decisão garantindo também a saúde da empresa.

“Esse é um momento muito importante. Qualquer empresa precisa se concentrar em preservar o fluxo de caixa. Nunca imaginamos que ficaríamos quase 60 dias parados. Tínhamos uma empresa saudável e com planos de investimentos. Durante essa quarentena nos reorganizamos e acreditamos em uma volta gradual do turismo no último trimestre. O segmento de lazer deve reagir mais rápido que o corporativo, mas tudo será aos poucos. Vamos manter nosso planejamento cientes que o ano de 2020, em termos de resultados econômicos, já está perdido”, avalia o executivo.

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