Novo portal do Trem de Passageiros da Vale oferece mais praticidade para compra de passagens
A Vale anunciou, nesta sexta-feira (11), a nova versão do portal do Trem de Passageiros da companhia, que atende aos trechos da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), entre Minas Gerais e o Espírito Santo, e a Estrada de Ferro Carajás (EFC), entre o Maranhão e o Pará. A atualização do sistema oferece melhorias para a consulta, compra de passagens, acesso a informações, canal de atendimento e outros serviços.
Ao acessar a página inicial do Trem de Passageiros, no site oficial da Vale, os compradores serão direcionados a uma nova aba que apresenta as modalidades exclusivas de cada ferrovia, como a compra de tíquete; regras e operações; e horários e estações. O espaço também reúne informações sobre as iniciativas sociais, culturais e de desenvolvimento financiados e executados pela empresa.
Além da compra on-line, os interessados podem também adquirir passagens pelas bilheterias físicas, conforme o funcionamento da unidade na cidade. Na EFVM, os valores das passagens são R$ 87 para a classe econômica e R$ 125 para a executiva, considerando o trajeto completo entre Belo Horizonte (MG) e Cariacica (ES).
Plano de negócios
As novas mudanças fazem parte de um projeto de melhorias da experiência dos passageiros implementado pela empresa. No início do ano, por exemplo, a companhia passou a oferecer viagens noturnas diárias durante os meses de alta temporada (janeiro, julho e dezembro) por meio do Trem de Férias da EFVM.
Para o diretor de Operação da EFVM, João Falcão, as melhorias buscam aumentar o acesso à mobilidade e à circulação de pessoas, além de desempenharem um papel importante no desenvolvimento social, econômico e cultural das regiões. Só em 2025, cerca de 860 mil passageiros utilizaram o trem.
“A Estrada de Ferro Vitória a Minas conecta pessoas, comunidades e histórias há mais de 120 anos. Seguimos investindo continuamente para oferecer uma experiência cada vez mais confortável, eficiente e confiável aos milhares de passageiros que utilizam a ferrovia todos os anos”, afirma.
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