Patrimar lança apartamentos de alto luxo que custam até R$ 16 milhões em Nova Lima

Patrimar lança empreendimento de R$ 352 milhões em Nova Lima, com 25 unidades de 577 m² e preço médio de R$ 16 milhões
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Patrimar lança apartamentos de alto luxo que custam até R$ 16 milhões em Nova Lima
Cada “mansão suspensa” tem piscina privativa e o preço médio das unidades é estimado em R$ 16 milhões | Foto: Divulgação Grupo Patrimar

A Patrimar, empresa mineira referência no desenvolvimento de empreendimentos de luxo, lançou o Parc Monceau, localizado no bairro Vila da Serra, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 352 milhões e 25 “mansões suspensas”, o empreendimento de altíssimo luxo é a aposta da construtora para o ano e deve contribuir para o crescimento dos resultados do grupo.

Conforme o diretor executivo do Grupo Patrimar, Lucas Couto, o Parc Monceau terá torre única, com apenas 25 residências de 577 metros quadrados, sendo uma unidade por pavimento. Cada residência tem piscina privativa e o preço médio das unidades é estimado em R$ 16 milhões.

“O empreendimento chega ao mercado após uma etapa de pesquisa realizada pela Patrimar com moradores do entorno e de outros empreendimentos de alto padrão do grupo na região. O objetivo foi identificar o que esse público considera indispensável, o que poderia ser aprimorado nos imóveis em que vive e o que sente falta nesse tipo de produto. Reunimos as informações e criamos um projeto único, de altíssimo padrão”, conta.

Segundo Couto, o empreendimento tem atraído a atenção do público, que é de altíssima renda. Com apenas duas semanas de lançamento, das 25 unidades, três já foram comercializadas, incluindo a cobertura. “O público de altíssima renda é menos impactado pelas oscilações do mercado, em razão da condição financeira dos compradores. Para a Patrimar, o desafio está em desenvolver um produto capaz de despertar o interesse de um consumidor que já possui acesso a diferentes experiências de alto padrão no mundo”, diz.

Uma das inovações do projeto é a inclusão de piscina privativa nas unidades, integrada à varanda e à área gourmet. As piscinas têm aproximadamente cinco metros de extensão e 1,15 metro de profundidade. A disposição das piscinas também permitiu a criação de áreas com pé-direito duplo. De acordo com Couto, a solução contribui para ampliar a luminosidade. O empreendimento também incorpora espaços voltados ao wellness, com banheira de gelo, saunas seca e a vapor, área de repouso com ducha e equipamentos para massagem.

“Esse é um cliente que tem uma personalidade muito distinta. Mesmo que haja uma piscina enorme na área comum, às vezes, ele não quer estar junto com outras pessoas. Ele quer chamar alguém, um familiar, um amigo, para que ele tenha aquele espaço só dele. Foi aí que surgiu a ideia de uma piscina na varanda”, explica.

A proposta da empresa é oferecer um imóvel que reúna características de uma casa com a praticidade de um apartamento. O conceito também considera o perfil de um consumidor que viaja com frequência e busca manter o imóvel sem as demandas de manutenção e acompanhamento de uma casa durante os períodos em que está fora. Couto explica que o projeto foi desenvolvido com atenção a cada elemento, considerando que o público-alvo é restrito. “Esse é o tipo de produto que nós não podemos errar. Nosso público é um só e ele está no topo da pirâmide”, observa.

O Parc Monceau representa a retomada, pela Patrimar, de empreendimentos de alto luxo e grandes metragens. Os últimos lançamentos nesse padrão aconteceram em 2018 e 2019, quando foram construídos o Apogée, com apartamentos de 672 metros quadrados, e o L’Essence, com 478 metros quadrados.

Diversificação

O Parc Monceau também se insere na estratégia da Patrimar de atuar em diferentes segmentos do mercado imobiliário. O grupo mantém operações voltadas para baixa renda, média, alta e altíssima renda, o que, segundo Couto, permite ajustar a atuação conforme o comportamento de cada faixa.

“O Grupo Patrimar atua tanto na baixa, na média, na alta e na altíssima renda e, isso, nos dá a possibilidade de acelerar os projetos de cada faixa no momento em que um mercado está melhor. Essa maleabilidade nos coloca em um ponto que nos diferencia das outras empresas”, afirma.

A diversificação também influencia na contribuição de cada empreendimento para os resultados. No caso do Parc Monceau, com preço médio de R$ 16 milhões por unidade, uma única venda representa um volume de VGV equivalente ao de dezenas de unidades de menor valor.

“Se a gente divide R$ 16 milhões pelo preço médio da Novolar, de R$ 280 mil, estamos falando que uma venda que equivale a quase 60 apartamentos. É um VGV que puxa muito os resultados”, diz Couto.

Sobre o autor

Michelle Valverde

Repórter do Diário do Comércio desde 2009. Graduada em Jornalismo pela Newton Paiva.

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