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Gasmig reajusta o preço do gás natural em 21%

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Aumento pela Gasmig já era esperado desde o comunicado da Petrobras no início de abril | Crédito: Divulgação

Após a Petrobras anunciar, no início do mês passado, um aumento de 39% em R$/m³ no preço do gás natural para as distribuidoras com vigência a partir deste sábado (1º), a Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) vai reajustar em 21% o valor do produto para o setor industrial também a partir da mesma data.

O acréscimo foi confirmado ao DIÁRIO DO COMÉRCIO pelo presidente da Gasmig, Pedro Magalhães. O reajuste de preços do gás natural pela Petrobras é realizado a cada três meses, ao contrário do que ocorre com os valores do diesel e da gasolina, por exemplo.

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A alta já era esperada desde o comunicado da Petrobras no início de abril e, inclusive, gerou preocupações para o segmento industrial. Na época, o presidente da Gasmig já havia dito que esforços seriam feitos no sentido de proporcionar menos impacto aos clientes da companhia – o que ele confirmou ter sido realizado, uma vez que o aumento foi menor do que o da Petrobras.

Perguntado sobre uma possível tendência de aumento de preços do gás natural, Magalhães ressalta que agora é preciso aguardar para ver o que vai acontecer no cenário internacional. “É preciso esperar para ver como vai ficar o preço do petróleo no mercado mundial e o dólar”, afirma ele.

Por enquanto, somente o setor industrial será afetado pela alta dos preços. O valor do gás natural veicular (GNV) foi congelado em março por um período de três meses, que vence no início de junho.

Já o preço do gás natural para mercado urbano segue congelado até fevereiro do ano que vem. A fixação dos valores de ambos foi realizada depois de diversos reajustes nos preços dos combustíveis terem sido feitos pela Petrobras no início deste ano.

Aumento gera preocupação

O setor industrial representa 91% dos consumidores de gás natural. Quando uma possível alta dos preços foi anunciada no início de abril, o segmento já demonstrava preocupação com os reflexos do acréscimo.

“Muitas indústrias estão passando por dificuldades já em função do aumento anterior. Isso pode levá-las, inclusive, a optar pelo uso de carvão de lenha, o que vemos com muita preocupação em função da sustentabilidade”, disse na época o presidente da Câmara de Petróleo e Gás da Fiemg, Humberto Zica.

Presidente da Fiemg, Flávio Roscoe destaca que o reajuste vai prejudicar o setor, impactando a competitividade das empresas, uma vez que o gás natural faz parte da matriz energética da maior parte das organizações.

“Vai aumentar os custos das indústrias e isso deve chegar ao consumidor final. Estamos estudando junto ao governo estadual soluções para atenuar a situação”, diz ele.

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