COTAÇÃO DE 21/10/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,6670'

VENDA: R$5,6680

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,6800

VENDA: R$5,8270

EURO

COMPRA: R$6,5669

VENDA: R$6,5699

OURO NY

U$1.783,12

OURO BM&F (g)

R$323,30 (g)

BOVESPA

-2,75

POUPANÇA

0,3575%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Economia

IBC-Br surpreende e aponta contração da economia em maio

COMPARTILHE

POR

Sede do Banco Central do Brasil
Crédito: Agência Brasil

São Paulo – O Índice de Atividade Econômica do Banco Central surpreendeu e mostrou que a economia brasileira voltou a contrair em maio, depois de apresentar recuperação no mês anterior

No mês, o IBC-Br, considerado sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), teve queda de 0,43% em relação a abril, informou o BC em dado dessazonalizado.

PUBLICIDADE

O resultado mostra que a economia voltou a contrair depois de recuo do IBC-Br de 2% em março — quando interrompeu 10 meses seguidos de ganhos. Entretanto, a alta de abril foi revisada com força para cima, a 0,85%, de ganho de 0,44% informado antes.

Também fica bem aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de avanço de 1,0%.

“Em nossa avaliação, o resultado fraco da atividade em maio não é representativo da força e ímpeto do ciclo empresarial”, disse o chefe de pesquisa econômica do Goldman Sachs para a América Latina, Alberto Ramos. “Esperamos que a recuperação econômica avance nos próximos trimestres em conjunto com mais progresso (gradual) da vacinação contra a Covid, renovado estímulo fiscal, recuperação do consumidor e da confiança empresarial.”

Depois de o país ter se tornando o epicentro mundial da pandemia, a atividade econômica vem buscando se recuperar dos efeitos provocados pelas medidas de contenção do coronavírus.

Na comparação com o mesmo mês de 2020, o IBC-Br subiu 14,21%, apresentando no acumulado em 12 meses ganho de 1,07%, segundo números observados.

Em meio ao andamento ainda lento da vacinação no país naquele mês, a produção da indústria brasileira subiu 1,4% em maio após três meses de quedas, retomando o nível pré-pandemia mas com um resultado abaixo do esperado.

As vendas varejistas também subiram, pelo segundo mês seguido, mas o ganho de 1,4% também ficou abaixo do esperado.

Por outro lado, o volume de serviços cresceu 1,2% e o setor deu sinais de aquecimento com alta recorde para o mês de maio.

“A nosso ver, os resultados do IBC-Br de maio precisam ser avaliados com bastante cautela, uma vez que um conjunto amplo de indicadores de atividade havia mostrado que a economia doméstica ganhou tração naquele mês”, afirmou Rodolfo Margato, economista da XP, destacando que houve flexibilização adicional das medidas restritivas de mobilidade e pagamentos de auxílio emergencial.

“As perspectivas para o segundo semestre são favoráveis. A forte retomada dos índices de confiança de empresários e consumidores aponta para aceleração no ritmo de crescimento da atividade local no terceiro trimestre”, completou ele.

Os especialistas consultados na pesquisa semanal Focus do Banco Central veem um crescimento este ano do PIB de 5,26%, com alta em 2022 de 2,09%.

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!