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Daniela Maciel e Thaíne Belissa

Engarrafamentos, calçadas mal conservadas, acessos inexistentes. Ir e vir em segurança e com o mínimo de conforto tem se tornado quase um milagre nas cidades brasileiras. Diante da necessidade de soluções, academia, iniciativa privada, sociedade civil organizada e poder público em todo o mundo buscam trabalhar em conjunto. Os congestionamentos nas cidades brasileiras geram significativos prejuízos econômicos – R$ 98 bilhões apenas nas regiões metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro em 2013. E é nesse contexto que surge o conceito de Nova Mobilidade, que combina tecnologia e dados para criar alternativas de transporte em quatro categorias: mobilidade compartilhada, produtos inovadores, experiência dos consumidores e decisões baseadas em dados.

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De acordo com o especialista em Mobilidade Urbana do WRI Brasil, Guillermo Petzhold, para usufruir de todas as mudanças positivas que a Nova Mobilidade pode trazer, é essencial que as cidades estejam abertas e preparadas para receber inovações disruptivas e criar regulamentações que vão além dos transportes convencionais.

“Quando falamos em Nova Mobilidade as pessoas pensam primeiro em viagens sob demanda, mas é muito mais do que isso. A inovação em mobilidade é uma tendência que muda a forma como nos deslocamos dentro da cidade. Mobilidade e planejamento urbano têm que ser pensados juntos”, explica Petzhold.

Apesar dos graves problemas, Belo Horizonte é apontada pelo especialista como uma cidade pioneira na discussão sobre a mobilidade de uma maneira moderna. Já em 2010 a cidade instituiu o seu Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob BH).

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Segundo a diretora de Planejamento e Informação da Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte (BHTrans), Elizabeth Gomes, todo o trabalho feito em torno da questão da mobilidade na Capital só foi possível porque a cidade buscou apoio e cooperação técnica em diversas organizações internacionais como a WRI.

“O grande desafio das cidades é o aumento no número de veículos particulares. As nossas ações sempre estiveram voltadas para o transporte coletivo, mas com o tempo compreendemos que era preciso integrar outros modais, como as bicicletas e as viagens a pé, por exemplo”, afirma Elizabeth Gomes.

Observatório – Outro destaque de Belo Horizonte é o Observatório da Mobilidade Urbana de Belo Horizonte (ObsMob-BH) em 2013, que foi criado com o objetivo de realizar o monitoramento da implementação do PlanMob-BH com base em indicadores de desempenho. Atualmente 63 instituições fazem parte do grupo.

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