Apesar do atual cenário de incertezas econômica e política no País, os lojistas de Belo Horizonte e da região metropolitana continuam apostando nos shopping centers. Consolidados como espaços que reúnem diversos produtos e serviços em um só lugar, com diferenciais de conforto, praticidade e segurança, os centros comerciais ganham cada vez mais espaço, o que tem levado à expansão da infraestrutura e das lojas. Levantamento da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) mostra que, em dezembro de 2017, o País tinha 571 shoppings, que concentravam mais de 100 mil lojas, com previsão de 23 novos centros inaugurados até o fim deste ano. Seguindo essa tendência, o Itaú Power Shopping tem ampliado o mix de lojas em 2018, quando completa 15 anos de atividades. No primeiro semestre, a Zinzane, a Sestini e a Kopenhagen abriram as portas no centro comercial e, para os próximos meses, estão previstas uma unidade da Drogaria Araujo e a inauguração da Cia. da Empada. Além disso, até o fim do ano serão investidos cerca de R$ 2 milhões em revitalização e modernização da infraestrutura do mall. Com uma taxa de ocupação de 99,18%, estável desde o ano passado, e um total de 277 metros quadrados de área vaga, o superintendente do Itaú Power Shopping, Leonardo Andrade, considera que o centro comercial tem conseguido se reinventar, principalmente diante de uma nova dinâmica, com o avanço do mercado on-line. “Nos colocamos em uma posição privilegiada no mercado em termos de vacância e de representatividade. Temos conseguido ocupar com boas novas lojas, não só em substituição a eventuais estabelecimentos que fecham, mas trazendo marcas relevantes para o mix do shopping”, explicou. Entre os diferenciais competitivos que atraem os lojistas para o Itaú Power Shoping, Andrade destaca a inserção em um complexo com players como Leroy Merlin, Walmart e Sams Club, além de obras viárias que facilitaram o acesso e ações na busca de tornar o mall um espaço de conveniência para o cliente nas compras, entretenimento e prestação de serviços. “Na região em que estamos inseridos, cumprimos um papel de entretenimento e lazer que, muitas vezes, é uma carência. Além disso, por ser um shopping consolidado, a manutenção tanto dos lojistas existentes quanto dos novos entrantes torna-se mais fácil”, afirmou Andrade. Marcas inéditas – O BH Shopping também se prepara para receber novos lojistas neste semestre, com inauguração de marcas inéditas em Belo Horizonte. Entre os novos espaços estão a sorveteria Cold Stone Creamery e a loja de vestuário infantil Mini U.S., que abrem as primeiras unidades na Capital. Ainda estão previstas as inaugurações da saladeria Horta 31 e ampliação da IPlace. Com cerca de 400 lojas distribuídas em quatro pavimentos, o shopping busca seguir tendências para atrair as marcas consagradas, além de novidades para diversas idades e estilos. Na avaliação do gerente de Marketing do BH Shopping, Renato Tavares, a procura dessas grandes marcas pelos shoppings não sofreu impactos significativos, principalmente porque os malls oferecem, entre outros diferenciais, a comodidade de reunir vários nichos do varejo em um só lugar e mais segurança. “Os centros de compras estão preparados para atender as necessidades tanto dos lojistas, quanto dos clientes. Oferecemos todo o suporte necessário para que uma loja possa operar adequadamente e para que o cliente tenha uma excelente experiência de compra”, apontou Tavares.

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