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Turismo em Minas pede flexibilização do funcionamento em carta a Zema

Uma reunião entre secretários municipais e a equipe do governo do Estado para discutir socorro a setor está prevista para o fim desta tarde

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Festival de fotografia vai agitar Tiradentes
Em Tiradentes, cerca de 30% dos estabelecimentos voltados para o atendimento ao turista encerraram as atividades | Crédito: Divulgação

A imposição da onda roxa do Programa Minas Consciente para conter o avanço da Covid-19 está causando grandes prejuízos ao setor de turismo de Minas Gerais. Diante da crise, secretários municipais de importantes destinos turísticos e entidades representantes do segmento enviaram, nesta terça-feira, ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema, uma carta pedindo a flexibilização do funcionamento do setor de turismo

Está prevista, para o final desta tarde, uma reunião entre os secretários municipais e a equipe do governo do Estado.

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A carta também foi endereçada ao Secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira, ao secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, e ao secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti Vitor.

O setor de turismo solicita que seja permitido o retorno das atividades turísticas, ainda que com capacidade reduzida, o que garantirá um faturamento mínimo das empresas.

 “Que retroaja ao sistema de ondas, exceto a roxa, do Minas Consciente, assim, os empresários do setor poderão movimentar seus estabelecimentos, mesmo que de forma reduzida, evitando muitas demissões e falências em todo Estado. Que seja incluída em todas as ondas a abertura dos parques ao ar livre (essenciais à saúde)”,  diz o documento.

 De acordo com o presidente da Associação Empresarial de Tiradentes (Asset), Wellersom Cabral, as empresas de hotelaria, restaurantes, agências e o comércio das cidades turísticas adotaram todos os cuidados exigidos para evitar a proliferação da Covid-19 e a retomada das atividades é fundamental para a sobrevivência do setor.

 “A retomada é fundamental para as cidades que têm o turismo como principal atividade econômica. Os prejuízos acumulados neste um ano e um mês de pandemia são enormes. Em Tiradentes, por exemplo, cerca de 30% dos estabelecimentos voltados para o atendimento ao turista encerraram as atividades. Os que permanecem ativos estão sem fôlego financeiro e endividados”, explicou Cabral. 

No ofício, também foi solicitado o apoio da Secult para uma ação de promoção de Minas Gerais como um destino seguro. Além disso, o setor também pede que seja apresentado um cronograma de vacinação para o Estado, apoiando a compra do imunizante através de consórcios de municípios, com o objetivo de acelerar o processo de imunização.

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