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Farmácias faturaram R﹩ 120,98 bi em 2019

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Farmácias faturaram R﹩ 120,98 bi em 2019
Crédito: Divulgação

Com os dados finais referentes a 2019, o mercado farmacêutico mostrou mais uma vez sua força, crescendo muito acima da economia nacional. Segundo dados da IQVA, analisados pela Febrafar, o faturamento das farmácias durante os 12 meses de 2019 foi 7,6% maior comparado com o mesmo período do ano anterior. Isso significa um faturamento de R$ 121 bilhões.

Os dados foram comparados com os 12 meses de 2018, quando o faturamento das farmácias do Brasil tinha sido de R$ 112,4 bilhões.

“O crescimento do mercado farmacêutico em 2019 foi muito superior ao do PIB, que deve ficar em torno de 1% a 2%. Isso já é motivo de comemoração mas, se comparado com os índices do mercado farma registrados em 2018, o crescimento foi ainda maior, sendo que esse havia sido de 5,4%”, explica o presidente da Febrafar, Edison Tamascia.

O grande destaque no período foi o crescimento das farmácias das redes associativista ligadas à Febrafar, que no mesmo recorte cresceram 14,89%, passado o faturamento de R$ 11,92 bilhões para R$ 13,70 bilhões.

A participação no mercado das redes da associação também vem crescendo, sendo que em 2015 essas representavam 8,9% do faturamento do mercado e em 2019 já respondem por 11,3%.

“Vemos que as farmácias das redes associadas à Febrafar que estão utilizando as ferramentas de gestão disponibilizadas estão se destacando, pois passam por uma maior profissionalização, percebem como é o mercado e crescem acima da média”, explica Tamascia.

A Febrafar fechou 2019 com 56 redes e 9.863 PDVs, isso representa a presença em 51% dos municípios brasileiros, estando em 2.855 de 5.570 e está presente em 27 estados.

Projeção para 2020 – Ainda segundo Tamascia, para 2020, a expectativa é de que o mercado deverá seguir no ritmo de crescimento atual. “Existem vários fatores que contribuem para o crescimento acima da média do canal farmacêutico, dentre os quais podem ser citados: essencialidade, evolução demográfica, patologias epidêmicas e desenvolvimento do mercado”, avalia o presidente da Febrafar.

Um dado que é observado na análise do mercado é que o crescimento só será consistente se esse se der em função da profissionalização das lojas e não apenas na abertura de novas lojas. Por isso se tem essa crescente importância do associativismo como alternativa para os empresários.

“Pensar e executar tudo o que é necessário para prosperar no varejo farmacêutico exige tempo, dedicação contínua e muita atenção. O mundo dos negócios é extremamente complexo e tentar crescer de forma individualizada exige uma grande carga de esforço e tempo”, avalia Edison Tamascia.

Um fato é claro, em função desta profissionalização e do momento que o País atravessa, o mercado farmacêutico certamente continuará crescendo, se desenvolvendo e criando muitas oportunidades de negócios. E o ponto primordial é que esse crescimento proporciona benefício a todos, com destaque à população que possui cada vez mais acesso aos medicamentos. (Da Redação)

Vendas de genéricos cresceram 6,43%

A indústria de medicamentos genéricos registrou crescimento de 6,43% no número de unidades vendidas em 2019 se comparado com 2018. No total, foram comercializadas 1.482 bilhão de unidades, de acordo com balanço da PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos) a partir de dados do IQVIA, empresa global especializada na auditoria do varejo farmacêutico.

No mesmo período, o mercado farmacêutico total registrou expansão menor, de 4,66%, 1,77 pontos percentuais a menos que o mercado de genérico. Já as vendas de medicamentos similares ampliaram em 4,37% e o segmento de medicamentos de referência cresceu apenas 2,18%, três vezes menos que o desempenho apresentado pelos genéricos.

Os resultados anuais apontam que a indústria de genérico representa mais de 1/3 (34,04%) do mercado total de medicamentos, em unidades. O índice corresponde apenas às vendas realizadas no varejo e não compreende as vendas para hospitais e setor público.

“Esses dados demonstram que o mercado de genérico segue como o motor de crescimento da indústria farmacêutica no mercado doméstico, impulsionado pela adesão do consumidor, que busca preço e qualidade, e maior confiança da classe médica, proporcionando a ampliação do acesso a medicamentos no país”, explica a presidente da PróGenéricos, Telma Salles.

De acordo com o levantamento da PróGenéricos, em valores, as vendas de genéricos registraram crescimento de 14,87%, atingindo a marca de R$ 9,82 bilhões comercializados em 2019, já considerando os descontos concedidos ao varejo.

Vale lembrar que, por lei, os genéricos custam 35% menos que os medicamentos de referência. No entanto, diante da concorrência acirrada, na prática, os descontos oferecidos pelos fabricantes podem chegar em até 60% no varejo. “Este foi um ano de recuperação parcial de margens, que estavam represadas, e racionalização dos descontos, sem comprometer o acesso”, diz Telma Salles. O crescimento em valor se deu também por conta do lançamento de novos genéricos, incluindo moléculas de maior valor agregado.

Ainda de acordo com o balanço da PróGenéricos, desde que chegaram ao mercado, em 2000, os genéricos geraram uma economia superior a R$ 150 bilhões em gastos com medicamentos para os consumidores brasileiros. O valor é potencialmente maior, uma vez que esse indicador só considera o desconto de 35% previsto na lei.

“Os genéricos têm como propósito ampliar o acesso, garantindo tratamentos eficazes, seguros e mais baratos e tem forte impacto especialmente no caso de medicamentos para doenças crônicas, que exigem uso contínuo dos pacientes”, lembra Telma Salles.

Atualmente, os genéricos para o tratamento de hipertensão e colesterol, por exemplo, representam mais de 72% do market share, em unidades, enquanto os medicamentos similares e de referência detém apenas 10,85% e 5,11%, respectivamente. “Os genéricos estão cumprindo seu papel histórico de viabilizar o acesso dos consumidores, permitindo que os pacientes possam seguir com seus tratamentos”, reforça.

Ainda de acordo com dados do IQVIA, dos 20 medicamentos mais prescritos no ano de 2019, 15 deles foram receitados com a indicação do princípio ativo genérico, reforçando a confiança da classe médica. Os cinco primeiros genéricos são: Losartana, H.C Tiazida, Amoxicilina e Sinvastatina, Atenolol.

Atualmente, 85 laboratórios comercializam medicamentos genéricos no País. O mercado tem 3.325 registros de genéricos e mais de 21,7 mil apresentações, de acordo com a Anvisa. (Da Redação)

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