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O desempenho da safra de grãos

Números da safra de grãos no Brasil apontam relevância do setor, que passa por inovações que impactam a produção ao longo dos anos
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O desempenho da safra de grãos
Crédito: Reutera//Rodolfo Buhrer

A oferta brasileira de grãos, cereais e oleaginosas foi estimada em 358,6 milhões de toneladas em 83,5 milhões de hectares cultivados no ano agrícola 25/26 ou apenas 9,6% do território nacional, e revela ainda, entre variáveis associadas, os ganhos de produtividade e produção por hectare em função das tecnologias e boas práticas adotadas no campo! Esses cenários, com suas demandas e ofertas, são revelados nos dados da safra 25/26 (Conab/Maio).

Norte, 24,4 milhões de toneladas de grãos; Nordeste, 35 milhões; Centro-Oeste, 176,2 milhões; Sudeste, 31,2 milhões; e Sul, 91,6 milhões de toneladas.

Nesse panorama conjuntural da agroeconomia de dimensão nacional e internacional, sem subestimar outros grãos nobres, a soja e o milho, no conjunto, respondem por 89,4% da safra de 358,6 milhões de toneladas, sendo o milho total com 140,4 milhões de toneladas, bem como a soja com 180,2milhões, na safra 25/26.

E mais, a safra mineira, 25/26, soma 19,0 milhões de toneladas. É preciso avançar no crédito rural assistido, consolidar também as políticas públicas relacionadas com o desempenho do agronegócio mineiro, que reúne 607,4 mil estabelecimentos agropecuários, onde 77,2%s ão familiares!

Por outro lado, a modernização do campo, por seus produtores e lideranças, exige avançar no acesso às plataformas digitais, internet fixa e móvel, aos programas de televisão sobre a agroeconomia, mercados, inovações tecnológicas nas culturas e criações, agricultura irrigada, conservação do solo e da água, controles de pragas e doenças, logísticas operacionais e sistemas de armazenagem!

Além disso, é estratégico manter sintonia fina com a pesquisa agropecuária, universidades e escolas, extensão rural, que atuam nas ciências agrárias, entre outros atores indispensáveis. A tomada de decisão no campo é processo conjuntural e requer um universo considerável de fontes de informação, inclusive sobre o clima!

No Brasil, a média nacional de uma saca de milho gira em torno de R$ 57,00 e o VBP estimado soma R$ 133,3 bilhões, menos os custos dessas lavouras nas fazendas; na soja, a saca vale na média (BR) R$ 120,00, sendo o VBP de R$ 360,7bilhões ou R$ 494 bilhões nessas duas culturas. Os preços do milho e da soja podem variar nas regiões produtoras e nas relações entre a oferta e o consumo desses grãos ao longo do ano, entre outros, que são componentes da dieta humana e dos rebanhos de leite, corte e aves.

Nos mercados externos, o Brasil é o 1º produtor e exportador; açúcar, café, suco de laranja e carne bovina; carne de frango, 3º produtor e 1º exportador; algodão, 3º produtor e 1º exportador; milho, 3º produtor e 2º exportador; farelo de soja, 3º produtor e 2º exportador; óleo de soja, 3º produtor e 2º exportador; carne suína, 4º produtor e 3º exportador (Usda-Maio 26). Minas Gerais é o 3º estado exportador do agronegócio brasileiro.

Entre 2023 e 2026 (Junho), o Brasil já conquistou mais 600 novos mercados externos, o PIB do agro brasileiro somou R$ 3,2 trilhões em 2025. Entre janeiro e maio de 2026, o agronegócio gerou um superávit externo de US$ 68,9 bilhões.

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