Giraffas amplia operação em Minas e prevê chegar a 20 unidades até o fim de 2026
O Giraffas, uma das maiores redes de fast-food do Brasil, está expandindo a atuação em Minas Gerais. Em julho, foi inaugurada uma unidade em Salinas, no Norte do Estado e, até o final do ano, entrarão em operação mais duas unidades. Com isso, Minas passará a contar com 20 empreendimentos da marca. O mercado mineiro é visto como promissor e vem apresentando bons resultados, como a alta de 8% em faturamento no primeiro semestre.
O diretor de expansão do Giraffas, Eduardo Guerra, explica que o crescimento da marca em Minas Gerais é resultado de uma estratégia que combina expansão e fortalecimento da rede e investimentos contínuos na experiência do consumidor.
“Nos últimos anos, temos investido em inovação no cardápio, tecnologia, programas de fidelização e campanhas de marketing, além de ampliar nossa presença em cidades estratégicas do Estado. O desempenho das unidades mineiras acompanha a evolução nacional da rede. Minas Gerais possui um mercado bastante receptivo ao nosso posicionamento de oferecer refeições completas, com qualidade e preço acessível. Essa combinação, somada ao bom desempenho das unidades já em operação, tem contribuído para a evolução consistente do faturamento no Estado”, diz.
O plano de expansão do Giraffas em Minas Gerais para 2026 contempla três lojas. A primeira foi inaugurada no dia 29 de julho, no Shopping Pátio Salinas, ampliando a presença no Norte de Minas. Também está prevista a abertura de uma unidade no Shopping Cidade, em Belo Horizonte, além de uma operação de rua em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, ambas com inauguração prevista para o quarto trimestre de 2026.
Hoje, a rede conta com 18 lojas em funcionamento e está presente em diferentes regiões do Estado, incluindo a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), Triângulo, Alto Paranaíba, Norte de Minas, Noroeste, Sul de Minas, Vale do Rio Doce e Jequitinhonha, com operações em cidades como Belo Horizonte, Uberlândia, Montes Claros, Araxá, Patrocínio, Governador Valadares, Salinas, entre outras.
Guerra explica que a capilaridade faz parte da estratégia do Giraffas de crescer de forma sustentável, levando a rede tanto para grandes centros urbanos quanto para cidades médias com forte potencial de desenvolvimento e consumo.
As expectativas em relação aos resultados são positivas. Ao longo do primeiro semestre, o faturamento do Giraffas em Minas Gerais cresceu 8% e a expectativa é encerrar 2026 com incremento de 10% no faturamento.
“É um índice acima da média projetada para a rede. Esse resultado reflete o bom desempenho das unidades no Estado, aliado à expansão da marca e aos investimentos contínuos. Minas Gerais é um mercado estratégico para o Giraffas, tanto pelo potencial de consumo quanto pela diversidade econômica de suas regiões”, explica Guerra.
Minas Gerais é considerado um estado estratégico para a expansão do Giraffas, isso, por reunir, segundo a empresa, uma economia diversificada, polos regionais consolidados e um consumidor que valoriza refeições completas, com qualidade e preço acessível.
“Além da Capital, enxergamos muitas oportunidades em cidades médias, que vêm apresentando crescimento econômico e demanda por marcas nacionais consolidadas. Nossa estratégia é expandir de forma sustentável, acompanhando o desenvolvimento dessas regiões e levando a rede para mercados com potencial de longo prazo”, conta.
Em relação aos desafios, Guerra destaca que o principal é identificar os melhores pontos comerciais e parceiros franqueados que compartilhem os valores da rede. “Também acompanhamos de perto as mudanças no comportamento do consumidor, que busca cada vez mais conveniência, qualidade e uma boa experiência de compra”, diz.
O investimento para abrir uma franquia do Giraffas varia de acordo com o modelo da operação. Para unidades em hipermercados, o investimento inicial é de R$ 817 mil; para shopping centers, de R$ 867 mil; e para lojas de rua, de R$ 1,257 milhão. O franqueado conta com uma rede consolidada e suporte em todas as etapas do negócio, desde a implantação até a operação, além de treinamentos, acompanhamento da gestão e apoio em marketing.
Em média, o prazo estimado para retorno do investimento varia entre 36 e 48 meses, dependendo do desempenho da unidade. Já o faturamento médio anual varia entre R$ 2,34 milhões e R$ 2,88 milhões, de acordo com o modelo da operação, a localização da unidade e o potencial de mercado da região.
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