COTAÇÃO DE 29/11/2021

DÓLAR COMERCIAL

COMPRA: R$5,6090

VENDA: R$5,6100

DÓLAR TURISMO

COMPRA: R$5,6470

VENDA: R$5,7730

EURO

COMPRA: R$6,3216

VENDA: R$6,3229

OURO NY

U$1.783,43

OURO BM&F (g)

R$322,48 (g)

BOVESPA

+0,58

POUPANÇA

0,4412%

OFERECIMENTO

INFORMAÇÕES DO DOLAR

Agronegócio

Geadas dão trégua no País após impactar lavouras durante a semana

COMPARTILHE

Crédito: José Roberto Gomes/Reuters

São Paulo – Após três dias consecutivos com registro de geadas, muitas delas severas, as principais áreas agrícolas brasileiras seguiram com frio intenso na sexta-feira (2), mas sem a ocorrência do fenômeno climático que atingiu nesta semana lavouras de milho e cana, principalmente.

“As temperaturas estão um pouco mais altas em várias regiões em relação aos últimos três dias”, disse o agrometeorologista da Rural Clima Marco Antônio dos Santos, relatando que, até pouco antes das 7h, não havia recebido informes de geadas.

PUBLICIDADE

Após frio forte nesta semana, a consultoria StoneX reduziu na quinta-feira sua projeção para a segunda safra de milho do Brasil 2020/21 a 60,45 milhões de toneladas, ante 62 milhões estimados no mês anterior, sem descartar novas reduções quando o cenário ficar mais claro.

Especialistas do setor de cana-de-açúcar também seguem em avaliações sobre o impacto das geadas para os canaviais, uma vez que o fenômeno atingiu o Paraná, Mato Grosso do Sul e também São Paulo, o maior produtor de açúcar e etanol.

Para as principais regiões produtoras de café, as informações preliminares indicam pouco impacto das geadas, que também atingiram lavouras de tomate, feijão e batata.

Segundo o meteorologista, o frio deve se prolongar pelos próximos dias, mas por ora não há previsão de novas geadas.

O centro de alta pressão que causou as geadas se deslocou para o oceano, afastando o risco de temperaturas congelantes – mas ainda irradia frio para parte do País.

“Amanhã começa a se formar um outro centro de alta pressão no sul do Brasil, pode trazer temperatura baixa para o Rio Grande do Sul, mas sem grandes problemas”, comentou.

Santos destacou também que não há previsão de chuvas em praticamente todo o Brasil nos próximos dez dias.

“A primeira quinzena de julho será extremamente seca, com chuvas apenas na faixa litorânea”, disse ele. (Reuters)

Ao comentar você concorda com os Termos de Uso. Os comentários não representam a opinião do portal Diário do Comércio. A responsabilidade sob qualquer informação divulgada é do autor da mensagem.

COMPARTILHE

NEWSLETTER

Fique por dentro de tudo que acontece no cenário economico do Estado

OUTROS CONTEÚDOS

PRODUZIDO EM

MINAS GERAIS

COMPARTILHE

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram

Comunicar erro

Identificou algo e gostaria de compartilhar com a nossa equipe?
Utilize o formulário abaixo!